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quarta-feira, 2 de setembro de 2026
ARTIGO
terça-feira, 25 de agosto de 2026
5ª edição do Festival Literário Sul Bahia movimentou Canavieiras com mais de 40 atividades durante três dias
sábado, 8 de agosto de 2026
DIA 10 DE AGOSTO: CELEBAR 114 ANOS DE JORGE AMADO
No dia 10 de agosto, ao celebrarmos os 114 anos de Jorge Amado, reconhecemos a permanência de uma obra que continua a produzir sentidos e que, para além de sua dimensão estética, constitui-se como espaço de memória, identidade e representação de um povo. Cada romance configura uma cartografia cultural na qual o território se converte em linguagem e a linguagem, por sua vez, transforma-se em patrimônio.
É nesse horizonte que a grapiunidade adquire centralidade. Antes de alcançar o mundo, Jorge Amado encontrou, na Região Cacaueira da Bahia, o núcleo de uma experiência humana que marcaria definitivamente sua criação. O universo do cacau, longe de ser simples cenário, configura um território simbólico onde se entrecruzam relações de poder, migrações, conflitos, solidariedades e afetos. A paisagem deixa de ser mero pano de fundo para tornar-se protagonista da história.
A literatura de Jorge Amado demonstra que os territórios são também construções culturais. A Região Grapiúna emerge como espaço de memória coletiva, onde vozes, costumes, saberes e narrativas resistem ao apagamento. Nesse contexto, escrever é preservar modos de existência, reafirmar pertencimentos e transformar a experiência regional em patrimônio da humanidade. Aí reside muito da singularidade de sua obra. O escritor não universaliza a Bahia porque abandona o regional; universaliza-a porque mergulha profundamente em sua cultura. Quanto mais enraizada é sua narrativa, mais ampla se torna sua capacidade de dialogar com diferentes povos e tempos. O local converte-se em linguagem universal.
Os clássicos permanecem porque continuam produzindo novas leituras e novos sentidos. Jorge Amado permanece entre nós não apenas pela força de seus personagens, mas porque sua obra nos convida, continuamente, a revisitar os territórios da memória, a reconhecer a diversidade como fundamento da cultura e a compreender que a literatura é também uma forma de resistência ao esquecimento.
Ao celebrar seus 114 anos, celebramos também a vitalidade da grapiunidade como patrimônio cultural e literário. Nesse encontro entre memória, território e palavra — Cacau, Terras do Sem-Fim, São Jorge dos Ilhéus, Gabriela, Cravo e Canela e Tocaia Grande —, Jorge Amado permanece vivo, lembrando-nos de que as identidades não se encerram no passado: renovam-se cada vez que a literatura devolve uma comunidade à consciência de si mesma. E sabemos que sua obra atravessa as fronteiras regionais e conta-canta a Bahia.
A permanência da obra de Jorge Amado projeta-se também para além do campo literário. Seus romances transformaram-se em poderosos mediadores da imagem da Bahia no Brasil e no mundo, convertendo a ficção em experiência cultural e turística. Leitores de diferentes países percorrem ruas, mercados, praias, terreiros e cidades movidos pelo desejo de reencontrar os cenários da narrativa. Trata-se de um singular exemplo em que a literatura não apenas representa um território, mas contribui para sua valorização simbólica, sua preservação e o fortalecimento de sua economia criativa.
O turismo literário, nesse contexto, constitui uma forma de leitura do espaço, na qual memória, patrimônio e identidade se entrelaçam, reafirmando a cultura como um dos mais relevantes ativos do desenvolvimento regional. Assim, Jorge Amado, mais do que um grande romancista, afirma-se como um dos maiores embaixadores culturais da Bahia. Sua obra continua atraindo leitores, pesquisadores e visitantes de diferentes partes do mundo, fortalecendo a imagem da Bahia e, particularmente, da Região Grapiúna como território da cultura, da memória e do turismo literário.
Celebrar seus 114 anos é reconhecer que sua literatura permanece viva, renovando, a cada leitura, o diálogo entre o local e o universal e reafirmando que a identidade de um povo também se escreve pela força de suas narrativas.
Por Maria de Lourdes Netto Simões (Tica Simões), membro da cadeira 19, Academia de Letras de Ilhéus.
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
PROSA DAS LETRAS ESTREIA HOJE, 7 DE AGOSTO, COM UMA HOMENAGEM AO SAUDOSO CONFRADE JOSEVANDRO NASCIMENTO
quinta-feira, 16 de julho de 2026
A Terra, o Homem e a Urgência da Justiça Social: O Legado de Raymundo Laranjeira em Memorial de Direito Agrário
segunda-feira, 13 de julho de 2026
ARTIGO
segunda-feira, 6 de julho de 2026
NOSSA GRATIDÃO
domingo, 5 de julho de 2026
SOBRE A PARTIDA DE ZEVANDRO
TRIBUTO À JOSEVANDRO
sábado, 4 de julho de 2026
NOTA DE PESAR PELO PASSAGEM DE NOSSO PRESIDENTE
A Academia de Letras de Ilhéus (ALI) cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento de seu estimado presidente, o Professor Josevandro Raymundo Ferreira Nascimento, ocorrido neste sábado. Ocupante imortal da Cadeira nº 14, sua partida deixa um vazio imensurável na cultura e na intelectualidade do Sul da Bahia.
Mais do que um guardião das nossas tradições literárias, o Professor Josevandro foi um líder visionário. À frente da presidência da instituição por dois mandatos marcantes, ele não poupou esforços para modernizar e dinamizar a centenária Casa de Abel, aproximando a Academia da comunidade e garantindo que o sodalício permanecesse como um farol pulsante de resistência cultural.
Sob a sua firme e generosa condução, a ALI fortaleceu seus laços com a sociedade regional, promoveu o debate intelectual e incentivou ativamente o surgimento de novos talentos nas letras sul-baianas. O dinamismo com que liderou os trabalhos acadêmicos uniu gerações de escritores, sempre pautado pelo mais profundo respeito à memória literária de Ilhéus e pelo compromisso com o futuro da nossa cultura.
Seu trabalho incansável na gestão cultural e na defesa do patrimônio imaterial da região confunde-se com a própria história recente da Academia. Josevandro Nascimento deixa como herança o exemplo de um homem público que usou o conhecimento e a palavra para edificar e acolher.
Neste momento de imensa tristeza e saudade, manifestamos nossa profunda solidariedade à sua esposa, familiares, amigos, ex-alunos e aos confrades e confreiras que compartilharam de sua iluminada convivência. Que o brilho de seu espírito público e sua dedicação às letras continuem a guiar e inspirar os caminhos desta Casa.
Academia de Letras de Ilhéus
Atenção!
O corpo do Prof. Dr. Josevandro Ferreira Nascimento será velado no Salão Nobre da Loja Maçônica Vigilância e Resistência, localizado na Avenida Itabuna, a partir das 6h da manhã deste domingo, 5 de julho. O sepultamento será realizado às 13h, no Cemitério da Vitória.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
ARTIGO
sábado, 30 de maio de 2026
ROMUALDO LISBOA TOMA POSSE NA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
Em prestigiada sessão, na noite de quinta-feira, dia 28/5, o dramaturgo e ator Romualdo Lisboa dos Santos tomou posse na Academia de Letras de Ilhéus (ALI). O novo acadêmico ocupa agora a cadeira de nº 27, cujo efetivo anterior foi o professor e jurista Carlos Valder do Nascimento, tendo como patrono José de Sá Nunes e fundador Heitor Dias.
sábado, 23 de maio de 2026
Romualdo Lisboa toma posse na Academia de Letras de Ilhéus em sessão solene na próxima semana
Atualmente, o TPI está sediado temporariamente nas instalações da UESC, por meio de parceria com a Pró-Reitoria de Extensão, o Departamento de Letras, o Núcleo de Artes e o Observatório Astronômico da universidade.
Yordan Bosco (MTB 2991)
Teatro Popular de Ilhéus (TPI)
Assessoria de Comunicação
(71) 99133-7282
sexta-feira, 8 de maio de 2026
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS CELEBROU CENTENÁRIO DE MILTON SANTOS
segunda-feira, 4 de maio de 2026
ARTIGO
O Centenário do geógrafo Milton Santos
A Bahia recebeu como presente o nascimento de Milton Almeida dos Santos em 03 de maio de 1926, em Brotas de Macaúbas. Aquela criança cresceu e se tornou uma das maiores referências da Geografia e do campo das humanidades no mundo. Imortalizou-se com uma vasta produção acadêmica, rompendo preconceitos e se notabilizando como um dos pensadores brasileiros de maior relevo no exterior. Milton Santos se tornou um “diplomata” e difundiu o quê é que a Bahia tem: conhecimento.
A efemeridade do centenário de nascimento de Milton Santos desperta reflexões em torno das contribuições dele para a Geografia e demais campos do conhecimento. Sendo assim, a Academia de Letras de Ilhéus, cuja instituição Milton Santos colaborou para a fundação em 1959 e se imortalizou na cadeira de n.º 35, hoje, ocupada pela jornalista Maria Schaun, promove no dia 05 de maio uma sessão em homenagem a um de seus fundadores e discorrerá sobre a passagem de Milton Santos no sul da Bahia. Em Ilhéus, foi professor do Instituto Municipal de Ensino e estudou sobre as fazendas e a lavoura de cacau, inclusive, publicando estudos sobre o tema. Esteve correspondente do jornal A Tarde, na zona cacaueira, entre 1949 - 1953.
Diversas homenagens e estudos estão a ocorrer sobre o premiado Milton Santos. Os membros da Academia de Letras da Bahia (ALB) aprovaram após a presidência, liderada pelo escritor Aleilton Fonseca, requerer aos pares do sodalício a posse simbólica de Milton Santos como membro correspondente. O homenageado fora eleito em 26/11/1998, entretanto, não tomou posse, faleceu em 24 de junho de 2001. A ALB promoverá, em 07/05/26, reunião dedicada a celebrar o centenário de Milton Santos. Outra distinção de alto relevo é a inscrição de Milton Santos no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, por meio de projeto de lei, em tramitação no Congresso Nacional. Extrai-se da proposta o objetivo de reconhecer o legado de Milton Santos e as suas contribuições como “geógrafo negro e intelectual focado no Brasil e na globalização”. O professor foi o primeiro latino-americano a receber o prêmio Vautrin Lud (1994), o "Nobel da Geografia".
O professor Milton Santos foi perseguido na ditadura militar, precisou se exilar e, para sobreviver, lecionou em universidades da Europa, da África e das Américas. Ele foi reconhecido com dezenove títulos de Doutor Honoris Causa e eleito "O Brasileiro do Século" em 1999, na categoria Educação, Ciência e Tecnologia, pela revista IstoÉ. Recebeu ainda o Prêmio Jabuti (1997) na categoria “Ciências Humanas” e o Prêmio UNESCO de Ciência. Sua obra ultrapassa os muros das universidades, permanece vigente e necessária.
Efson Lima
Doutor em Direito. Membro das Academias de Letras de Ilhéus e da Grapiúna de Artes e Letras (Agral).
efsonlima@gmail.com
terça-feira, 28 de abril de 2026
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS CELEBRA O CENTENÁRIO DO GEÓGRAFO MILTON SANTOS
No dia 03 de maio de 2026 se comemorará o centenário de nascimento do geógrafo Milton Santos e para celebrar a data, a Academia de Letras de Ilhéus realizará uma sessão em homenagem ao saudoso acadêmico no próximo dia 05 de maio, às 18 horas, na sede do sodalício, à Rua Antônio Lavigne de Lemos, n.º39, Centro, Ilhéus. O professor Milton Santos foi um dos fundadores da Academia de Letras de Ilhéus, em 14 de março de 1959. A cadeira de n.º 35, atualmente é ocupada pela jornalista Maria Schaun. O acadêmico residiu em Ilhéus e lecionou no Instituto Municipal de Ensino (IME).
Para o presidente da Academia de Letras de Ilhéus, Josevandro Nascimento, "a comemoração do Centenário de Milton Santos é a oportunidade da Academia de Letras de Ilhéus relembrar a trajetória do geógrafo que revolucionou a compreensão sobre o campo da Geografia no mundo e registrar as vivências do acadêmico no sul da Bahia, especialmente, em Ilhéus."
A Comissão constituída para as celebrações do centenário de Milton Santos é composta pelos acadêmicos: Maria Schaun, Efson Lima, José Nazal e Luh Oliveira. Os membros convidaram para a solenidade comemorativa a professora Lurdes Bertol e os professores José Antunes e Marcelo Henrique Dias, sendo este último membro da ALI. Os professores vão abordar as trajetórias de Milton Santos, as contribuições dele para a geografia e as diversas áreas, bem como a passagem de Milton Santos por Ilhéus.
A acadêmica Maria Schaun, Secretária da ALI, considera que “é um privilégio ocupar a cadeira número 35 da Academia de Letras de Ilhéus. Cadeira que foi fundada pelo renomado geógrafo, Milton Santos e eu desejo ter sempre condições de honrar esse lugar", concluiu a jornalista.
O professor Milton Santos possui um vasto currículo e diversos livros publicados, entre eles: “Por uma outra Globalização”. No ano de 1994, ele foi laureado com o Prêmio Internacional de Geografia Vautrin Lud, o equivalente ao Nobel da área. Milton Santos foi consultor da ONU, OIT, OEA e UNESCO e redator do Jornal A Tarde. Tornou-se um personagem vivo da Geografia, contribuindo positivamente para o campo da ciência e enaltecendo as raízes brasileiras, inclusive, problematizando o fenômeno da globalização, sendo professor em diferentes universidades. Milton Santos faleceu em 24 de junho de 2001.
Texto: Efson Lima, membro da cadeira nº 40
terça-feira, 17 de março de 2026
A Academia de Letras de Ilhéus celebra abertura do ano acadêmico de 2026 com vasta programação cultural
Da redação/Jornalista Vercil Rodrigues
Fotos: José Nazal
A Academia de Letras de Ilhéus (ALI), fundada em 14 de março de 1959, no dia do nascimento do poeta Castro Alves e uma das mais antigas do Brasil, realizou na tarde e noite de sábado, 14/3, abertura do ano acadêmico de 2026 com uma diversificada programação cultural.
Presidida pelo confrade Josevandro Raymundo F. Nascimento (cadeira 14), os trabalhos começaram oficialmente às 17 horas fora da sede da instituição. O ponto de encontro foi a Praça Castro Alves, onde ocorreu uma homenagem ao "Poeta dos Escravos". O momento contou com um belíssimo discurso do acadêmico Antônio Carlos Hygino (cadeira 1), celebrando a memória e o legado de Castro Alves no local que perpetua o seu nome.
A sessão solene de abertura, aconteceu às 19 horas, na sede da entidade, com a palestra do conceituado jornalista, escritor e advogado Durval Ramos Neto. Ex-presidente da OAB Bahia e ex-Conselheiro Federal da OAB, que em uma abordagem dinâmica nos trouxe o tema Castro Alves (1847–1871), patrono da Academia de Letras de Ilhéus. “Louvamos Antônio de Castro Alves, o jovem quase imberbe que ousou desafiar, em pleno século XIX, a sociedade desumana, combatendo a brutal exploração dos que não tiveram a sorte de ser devorados pelos tubarões da travessia”, declarou Neto.
Um dos momentos mais aguardados da noite foi a entrega do VI Prêmio Sosígenes Costa de Poesia, uma das principais distinções da ALI, que reconhece o talento e a produção poética contemporânea, que teve como vencedor Dilson da Solidade Lima (Feira de Santana) com o livro “Selva Insana”, e menção honrosa para os autores Noiane de Jesus Souza (Vitória da Conquista) e Ronaldo Oliveira Santos (Ilhéus). O prêmio do vencedor é a publicação do livro pela editora Editus em uma parceria da Academia de Letras de Ilhéus (ALI) com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).
Com a apresentação descontraída Jabes Ribeiro (cadeira 8), confrade aniversariante do dia – com direito a bolo e aos parabéns –, o articulista Isaac Albagli lançou e autografou o seu mais novo livro "70 Faróis em palavras" (Mondrongo), fechando o ciclo de abertura com o incentivo à nova produção literária regional.
Por último, como é de praxe, a diretoria da Academia de Letras de Ilhéus (biênio 2025/2027) recepcionou a todos com um digno coquetel.
segunda-feira, 9 de março de 2026
Academia de Letras de Ilhéus Celebra Abertura do Ano Acadêmico de 2026 com Vasta Programação Cultural
O orador convidado para a noite é o conceituado jornalista, escritor e advogado Durval Ramos Neto.
ILHÉUS – No próximo dia 14 de março, a Academia de Letras de Ilhéus (ALI) dará início oficial às suas atividades de 2026. Sob a presidência de Josevandro Raymundo F. Nascimento (biênio 2025/2027), a instituição preparou uma solenidade que promete movimentar o cenário cultural da "Terra do Cacau", reunindo homenagens a grandes ícones da literatura, premiações e lançamentos de obras inéditas.
Homenagem ao Poeta dos Escravos
As celebrações começam às 17h, fora da sede da Academia. O ponto de encontro será a Praça Castro Alves, onde ocorrerá uma homenagem ao "Poeta dos Escravos". O momento contará com um discurso do ilustre acadêmico Antônio Carlos Hygino, que celebrará a memória e o legado de Castro Alves no local que perpetua o seu nome.
Sessão Solene e Palestra Magna
A partir das 19h, a programação se desloca para a sede da Academia de Letras de Ilhéus. A Sessão Solene de abertura contará com a presença de autoridades e entusiastas das letras. O orador convidado para a noite é o conceituado jornalista, escritor e advogado Durval Ramos Neto. Ex-presidente da OAB Bahia e ex-Conselheiro Federal da OAB, Ramos Neto trará sua vasta experiência para compor o corpo intelectual do evento.
Um dos momentos mais aguardados da noite será a entrega do VI Prêmio Sosígenes Costa de Poesia, uma das principais distinções da casa, que reconhece o talento e a produção poética contemporânea.
Lançamento Literário
Encerrando a noite de celebração, às 20h, o escritor Isaac Albagli lançará seu novo livro intitulado "70 Faróis em palavras". O lançamento ocorrerá na própria sede da ALI, fechando o ciclo de abertura com o incentivo à nova produção literária regional.
A diretoria da ALI reforça que a presença do público e de autoridades locais é motivo de "enorme alegria e distinção", marcando o início de mais um ciclo dedicado à preservação da cultura e ao fomento do conhecimento em Ilhéus.
Serviço:
O quê: Abertura do Ano Acadêmico de 2026 da ALI.
Quando: 14 de março de 2026.
Onde: Praça Castro Alves (17h) e Sede da ALI (19h).
Mais informações: www.academiadeletrasdeilheus.blogspot.com.br























