segunda-feira, 25 de julho de 2016

NO DIA DO ESCRITOR A ACADEMIA DE LETRAS ABRE EDITAL PARA MAIS DUAS VAGAS


ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
PATRIAE LITTERAS COLENDO SERVIAM
FUNDADA EM 14 DE MARÇO DE 1959
ILHÉUS – BAHIA


EDITAL DE INSCRIÇÃO


Hélio Pólvora, ex-ocupante da cadeira nº 24
Dom Caetano, ex-ocupante da cadeira nº 29


O Presidente da Academia de Letras de Ilhéus, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, de acordo com os arts. 47 e 48 e ss/parágrafos do Regimento Interno, faz saber a quantos este Edital virem ou dele conhecimento tiverem, que, com vacância das cadeiras nº 24, antes ocupada pelo escritor e jornalista Hélio Pólvora, cujo fundador foi Otávio Moura e patrono João Florêncio Gomes e cadeira nº 29, antes ocupada pelo Sr. Antônio Lima dos Santos – Dom Caetano - cujo fundador foi o próprio e patrono Manoel Quirino, ficam abertas as inscrições para preenchimento dessas vagas, pelo prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de publicação deste, devendo os interessados procurar a Secretaria da Academia de Letras de Ilhéus, turno vespertino, na Rua Antônio Lavigne de Lemos, 39, Centro, nesta cidade, para maiores esclarecimentos e informações a respeito ou pelo telefone 73.3231.1612.


Ilhéus, Bahia, 25 de julho de 2015.



Josevandro Nascimento
Presidente



Pawlo Cidade
Secretário Geral


sábado, 9 de julho de 2016

GERALDO LAVIGNE DE LEMOS LANÇARÁ NOVO LIVRO

O confrade Geraldo Lavigne de Lemos lançará o livro Massapê: Solo de poesia no dia 12 de julho de 2016, às 18h30, na sede da Academia de Letras de Ilhéus. A edição é pelo selo Mondrongo e conta com 36 poemas inéditos. O prefácio foi gentilmente escrito por Aleilton Fonseca.


Trata-se do quarto livro do autor, sendo todos de poesia. A presente obra é marcada pelo território de origem do confrade, que é natural de Itabuna e radicado em Ilhéus. Porém, o conteúdo supera as fronteiras da região. Dois dos poemas da obra estão a seguir:



Os demais livros do autor são: À Espera do Verão (2011), amenidades (2014) e alguma sinceridade (2014). Todos são comercializados no site da editora Mondrongo e na Livraria Papirus, em Ilhéus.

Ademais, o autor mantém o instagram @geralavigne e um perfil no Facebook (com o nome completo) onde divulga rotineiramente a obra.

sábado, 2 de julho de 2016

ANARQUISTAS GRAÇAS A ZÉLIA!



SE VIVA ESTIVESSE COMPLETARIA HOJE 100 ANOS!

Descendente de imigrantes italianos, Zélia Gattai nasceu e cresceu cresceu na cidade de São Paulo. Nas três primeiras décadas do século 20, a capital paulista sofria forte influência da imigração européia, especialmente a italiana. Italianos e espanhóis constituíam a maior parte da mão de obra que atuava na cidade, que experimentava seu primeiro surto de industrialização. Além do trabalho, esses imigrantes deram origem a um movimento operário, influenciado por idéias socialistas e anarquistas.

Ainda jovem, Zélia participou do movimento anarquista, juntamente com membros de sua família. Aos 20 anos, ela se casou com Aldo Veiga, intelectual e militante comunista, com quem teve um filho em 1942. No entanto, três anos mais tarde, já separada de Aldo, conheceu o escritor baiano Jorge Amado, por quem se apaixonou. Os dois se casaram e o relacionamento se estendeu até a morte do escritor, em 2001.

Jorge Amado também desenvolvia militância política, sendo membro do Partido Comunista Brasileiro. Assim, ele e Zélia se conheceram na prática militante, quando os dois trabalhavam pela anistia dos presos políticos, em 1945, no fim do Estado Novo. A partir de então, Zélia passou a secretariar o trabalho do marido, cuidando da preparação e da revisão dos originais de seus livros.

Em 1946, com o fim da ditadura de Getúlio Vargas e a restauração da democracia, Jorge Amado elegeu-se deputado federal e o casal mudou-se para o Rio de Janeiro, então a capital do país e sede do Congresso Nacional. Porém, um ano depois, o Partido Comunista foi declarado ilegal, Amado não só perdeu o mandato, como teve que exilar-se em Paris, juntamente com a família. Permaneceu na França três anos.


Durante esse período, Zélia fez cursos universitários na Sorbonne (civilização francesa, fonética e língua francesa). Entre 1950 e 1952, a família viveu na Tchecoslováquia. Lá, Zélia começou a fotografar, documentando momentos significativos da vida e da carreira do escritor baiano. Durante sua permanência na Europa, o casal teve contato com outras personalidades de destaque no panorama internacional da cultura, como o poeta Pablo Neruda, o filósofo Jean-Paul Sartre e o pintor Pablo Picasso.

Jorge Amado e Zélia Gattai retornaram ao Brasil ainda em 1952, estabelecendo-se no Rio de Janeiro. Em 1963, fixaram residência em Salvador, na Bahia. Neste ano, Zélia lançou "Reportagem Incompleta", uma fotobiografia do marido.

A escritora teve um filho do primeiro casamento e um casal do segundo.

Entretanto, Zélia Gattai se tornaria conhecida de um público mais amplo aos 63 anos, com a publicação de "Anarquistas, Graças a Deus", livro de memórias que recebeu o Prêmio Paulista de Revelação Literária de 1979 e foi adaptada para a TV em 1982, numa minissérie dirigida por Walter Avancini.

No dia 6 de agosto de 2001, Jorge Amado morreu. No mesmo ano, Zélia foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, anteriormente ocupada por seu marido, numa eleição controversa. Houve quem a considerasse mais uma homenagem ao escritor do que propriamente mérito literário de sua viúva.

De qualquer modo, a carreira literária de Zélia Gattai não parou no primeiro livro. A escritora lançou ainda "Um Chapéu para Viagem", 1982 (memórias); "Jardim de Inverno", 1988 (memórias); "Pipistrelo das Mil Cores", 1989 (infantil); "Crônica de uma Namorada", 1995 (romance); "A Casa do Rio Vermelho", 1999 (memórias); "Vacina de Sapo e Outras Lembranças", 2005 (memórias). Alguns desses livros foram traduzidos para o francês, o italiano, o espanhol, o alemão e o russo.

Em 31 de março de 2008, a escritora foi internada com dores abdominais no Hospital Aliança, em Salvador. A situação de Zélia se agravou e no dia 17 de abril a escritora foi transferida para o Hospital da Bahia, onde passou por uma cirurgia de desobstrução do intestino. Ao longo do procedimento, foi confirmada a existência de um tumor benigno, que foi retirado.


Em 16 de maio o estado de saúde da escritora, que respirava com a ajuda de aparelhos, se agravou, com "piora hemodinâmica progressiva que evoluiu para o quadro clínico de choque", além de "piora significativa da função renal", segundo o boletim assinado pelos médicos Jadelson Andrade, Jorge Pereira e Izio Kowes, do Hospital da Bahia. Segundo boletim divulgado na manhã do dia seguinte, Zélia, sedada, apresentava quadro clinico de choque circulatório irreversível. Ao final da tarde, foi divulgada sua morte.


NOTA:

Fonte:http://educacao.uol.com.br/biografias/zelia-gattai.htm
Fotos: Internet.

Na Academia de Letras de Ilhéus, Zélia Gattai ocupou a cadeira 13, antes pertencente a Jorge Amado. Atualmente, a cadeira 13 é ocupada pelo acadêmico escritor Pawlo Cidade.

terça-feira, 28 de junho de 2016

LAMENTAMOS COM PESAR O PASSAMENTO DO MESTRE DORIVAL DE FREITAS, QUE SEUS INIGUALÁVEIS DISCURSOS CONTINUEM ECOANDO NO CÉU


Professor Dorival de Freitas, ex-membro da cadeira 11


"Lembro-me de Dorival de Freitas desde a década de sessenta. Gostava muito de ouvi-lo falar, da emoção que colocava na voz, quando discursava. Mas me aproximei dele, quando se tornou meu professor de Cosmologia, na antiga Fespi. Hoje somos amigos e participamos da mesma confraria, a Academia de Letras de Ilhéus.

Dorival de Freitas nasceu na cidade de Santa Inês, estado da Bahia, a 8 de dezembro de 1932, filho de Cantídio de Freitas e Julieta Leal de Freitas. Com o falecimento de seu pai em fevereiro de 1933, sua mãe e filhos vieram residir em Ilhéus no então, arrabalde do Pontal. Portanto, podemos afirmar que Dorival é um ilheense nascido em Santo Inês. O curso primário foi realizado no Grupo Escolar Barão de Macaúbas, tradicional escola pública do município.

Em 1946, iniciou seus estudos no Seminário Central da Bahia – Humanidades, no Seminário Menor, e filosofia e teologia, no seminário Maior, ordenando-se sacerdote em 6 de dezembro de 1959, na Igreja Matriz de São Jorge.

Nos 7 anos de ministério sacerdotal, exerceu os cargos de Diretor Espiritual e Reitor do Seminário São Jorge dos Ilhéus, Secretário da Cúria Diocesana e Capelão do Hospital São José. É desse tempo que me lembro de sua bela oratória.

Mas, nem sempre, os caminhos dos homens são os caminhos de Deus; o que não impede que os novos caminhos sejam santos, também. E o caminho do amor humano tem lá suas razões, que a “própria razão desconhece”. Dorival, mesmo sendo um sacerdote dedicado a Deus, sempre foi um homem honesto e coerente com seu coração. Pediu licença do ministério Sacerdotal em 1966 para casar-se, em 1968, com Marita Maria Ocke de Freitas, e assim, dar início a uma nova caminhada. Do casamento nasceram três filhos: João Paulo, Inês Maria e Dorival Filho. A família continua crescendo, agora enriquecida com a chegada de três netos.

Nosso homenageado estudou filosofia na Faculdade de Filosofia de Itabuna, concluindo o curso em 1969, sendo o orador da turma, como não podia deixar de ser. Posteriormente fez o curso de direito na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI), concluindo-o em 1978, e foi o orador da turma. Fez concursos para o Magistério Médio do Estado da Bahia, para Português em 1968, e Psicologia Geral em 1970, passando em 1o lugar nos dois concursos. Exerceu ainda os cargos de Diretor do Instituto Municipal de Educação, IME, Vice-diretor do Colégio Estadual de Ilhéus, diretor do Centro Integrado de Educação Rômulo Galvão, Gerente de Seleção e Orientação na UESC, chefe de Gabinete da Reitoria na UESC e diretor de Revisão da Editus, Editora da UESC.

Foi professor na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC – de História da Filosofia, Antiga e Medieval e Metafísica e Professor de Direito Constitucional; foi titular de Cosmologia do Curso de Filosofia e professor de História da Filosofia no Instituto de Teologia de Ilhéus (ITI) É membro da Academia de Letras de Ilhéus, ocupando a cadeira n° 11. E eu gosto muito de dizer-lhe que, quando o ouço falar, o que fala parece música para o meu ouvido".

Texto escrito por Maria Luiza Heine, no blog Ilhéus com Amor, em 08/12/12
Veja o original clicando aqui 


NOTA: As despedidas ao mestre estão sendo realizadas hoje, na Igreja São João Batista, no bairro do Pontal, em Ilhéus. O sepultamento será na tarde de quarta-feira, 29 de junho de 2016.

sábado, 14 de maio de 2016

MÉDICO E ESCRITOR LEÔNIDAS AZEVEDO É O MAIS NOVO MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS




Foi eleito  na tarde de ontem com 23 dos 35 votos válidos dos membros da Academia de Letras de Ilhéus, o escritor, autor de diversas obras infantojuvenis (A Viagem, O Rato Saliente, Contos a Contar), professor da Universidade Estadual de Santa Cruz e médico pediatra Dr. Leônidas Azevedo Filho. O novo confrade irá ocupar a cadeira nº 10, cujo fundador foi Camilo de Jesus Lima e patrono Carlos Chiachio, antes ocupada pelo jornalista e escritor Adelindo Kfouri. 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

EDITORA NO SUL DA BAHIA PUBLICA TRÊS LIVROS DE MEMBRO DA ALI


Dono de obra literária extensa, entre volumes de contos, novelas, romance, literatura infantojuvenil e organização de antologia, membro da Academia de Letras de Ilhéus, o escritor e poeta brasileiro Cyro de Mattos (foto) acaba de ser publicado pela Via Literarum, editora do sul da Bahia,   sediada no município de Ibicaraí,  com os três livros seguintes:   Fissuras e Rupturas: Verdades, contos, capa do artista plástico  Santescaldaferri,   Poemas da Terra de Rio, para o leitor adulto,  imagem da capa de Van Gogh,  e O Circo  no Quintal, para as crianças, capa e ilustrações do desenhista Ângelo Roberto.   
Autor versátil, dominando várias linguagens, o escritor Cyro de Mattos  com esses três livros lançados pela Via Literarum  consegue atingir a marca de 54 livros publicados, no Brasil e exterior, vários deles com prêmios literários expressivos no âmbito nacional e internacional.  
Em O Circo no Quintal, o poeta das crianças mostra que, nesse circo,  alegria é o que mais existe,  como na cena do músico Marreco e suas artes de tocar reco-reco ou na do Trio Banana com zabumba e sanfona. Já em um trecho do poema Canto a Nossa Senhora das Matas, do livro Poemas da Terra e do Rio, o poeta indaga: Quando a mata for deserta,/ não mais se colher a flor, /  o rio se esconder da chuva/ e de Deus não cair a lágrima/ será esta a triste música?                         
       O livro Fissuras e Rupturas: Verdades reúne vinte e dois  contos modernos de composição condensada para formar o quadro, o episódio ou o  flagrante no espaço reduzido,  diferente  do que o contista forjou em oportunidades anteriores com as motivações de sua gente e sua terra.  No conto Paixão, por exemplo,  encontramos o trecho seguinte:
     
     Chamados pelos vizinhos, os mesmo policiais prenderam Zé Amaro em flagrante. Já mais calmo, não esboçou qualquer reação quando recebeu a ordem de prisão e foi algemado. Ele admitiu na delegacia  que não tinha sido essa a primeira vez que encontra a mulher com algum desconhecido em sua residência. “A vida é assim mesmo, cada um cumpre sua sina, nada se pode fazer.” Completou conformado: “Cada um no seu canto sofre o seu tanto.” Logo que saísse da cadeia, ia pedir perdão â mulher e tentar a reconciliação.


sábado, 30 de abril de 2016

PRIMEIRO DIA DO I FESTIVAL LITERÁRIO DE ILHÉUS

As atividades do I Festival Literário de Ilhéus (FLIOS) iniciaram dia 28 de abril de 2016, às 09:00, com a Oficina de Poesia Visual promovida por Rava Midlej na sede desta Academia.






A abertura oficial do I FLIOS ocorreu às 19:00 do dia 28 de abril de 2016, na sede desta Academia, seguida da divulgação do vencedor do I Prêmio Sosígenes Costa de Poesia e da palestra do ilustre Jorge de Souza Araújo sobre Minelvino Trovador: o cordel no Sul da Bahia.
Durante esta cerimônia, o público consultou e adquiriu com desconto os livros do acervo da Editus - Editora da UESC e da Papirus Livraria na Feirinha de Livros, que já havia iniciado desde as 16:00 do mesmo dia. A Feirinha continuará por toda a programação do evento.

 





As atividades do primeiro dia encerraram na praça Castro Alves, que recebeu o Sarau Literomusical à noite, com discotecagem poética de Qila e Múcio, apresentação combinada de Dr. Imbira & Rita Santana e de Banda Quizila & Heitor Brasileiro.








Cada momento foi registrado pelas lentes mágicas de Ana Lee, que se fez presente em todas as atividades com o seu olhar apurado.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

RESULTADO DO I PRÊMIO SOSÍGENES COSTA DE POESIA

Anunciamos o vencedor do I Prêmio Sosígenes Costa de Poesia durante a cerimônia de abertura do I Festival Literário de Ilhéus – FLIOS, dia 28 de abril de 2016.

O poeta é Weslley Almeida, de Feira de Santana, autor do livro Memórias Fósseis, que será publicado pela Editus – Editora da UESC. Agradecemos o permanente apoio desta editora, tão necessário para a realização do Prêmio e do FLIOS.

Além da publicação, o poeta receberá como prêmio a quantia de mil reais e o troféu Sosígenes Costa.


quarta-feira, 16 de março de 2016

PREFEITO ASSINA CONVÊNIO COM A ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS

 Pawlo Cidade (Secretário Geal) Josevandro Nascimento (Presidente da ALI) e o Prefeito Jabes Ribeiro

Durante a sessão de abertura dos trabalhos da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), que homenageou a escritora Zélia Gattai, na noite de segunda-feira, 14, o prefeito Jabes Ribeiro assinou convênio de cooperação com a instituição, com o objetivo de subsidiar atividades de caráter cultural. O presidente da ALI, Josevandro Nascimento, lembrou a contribuição do prefeito (também membro da Academia), em mandato anterior, para a existência da sede da entidade.

A data de 14 de março é tradicional na história da Academia de Letras de Ilhéus, dedicada ao aniversário de fundação da casa, ao Dia de Castro Alves, ao Dia Nacional da Poesia e à abertura dos trabalhos acadêmicos. Além dos imortais, a solenidade contou com as presenças de escritores, jornalistas, ativistas culturais, da primeira-dama Adryana Ribeiro, o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá), da ialorixá Ilza Mukalê, o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Nei Rodrigues, o secretário de Comunicação Social, Valério de Magalhães, o chefe de Gabinete, Victor Veiga, entre outros.

O convênio, de acordo com o gestor, “vai auxiliar na manutenção das atividades desta casa das letras e demonstra a preocupação da atual administração em apoiar as mais diversas instituições de nossa cidade”. O prefeito enfatizou ainda os compromissos mantidos pela transformação do Palácio Paranaguá no Museu da Capitania de Ilhéus e de conclusão da recuperação total do Teatro Municipal.

Zélia – Coube à professora e acadêmica Eliane Sabóia proferir palestra com o tema “Zélia e Ilhéus, Zélia em Ilhéus”, que abordou a relação mantida entre a escritora, fotógrafa pessoal e esposa do escritor grapiúna Jorge Amado, e a cidade que inspirou sua carreira literária.   Saboia lembrou que, assim como Jorge Amado, Gattai foi membro da Academia de Letras de Ilhéus, cuja posse ocorreu em 15 de fevereiro de 2002, durante cerimônia ocorrida no Centro de Convenções, tendo ocupado a mesma cadeira do seu companheiro.
Após a solenidade, os acadêmicos e demais convidados homenagearam com parabéns o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, que aniversaria também na data de 14 de março. Ribeiro, por sua vez, agradeceu a manifestação de todos em nome da primeira dama Adryana Ribeiro e de Jeanne Ribeiro, sua irmã, que prestigiou o evento. 


Por sua vez, o secretário da Academia de Letras de Ilhéus, Pawlo Cidade, reforçou a importância do convênio de cooperação financeira, “já que esta casa depende da sensibilidade de seus integrantes, do poder público e da sociedade, para continuar mantendo suas atividades, sendo a principal a difusão da leitura, do saber entre os nossos conterrâneos”.

Texto: Secretaria de Comunicação/PMI

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

RETIFICANDO: REUNIÃO ORDINÁRIA NA QUINTA-FEIRA, DIA 17/12/2015

O presidente Josevandro Nascimento, convida todos os confrades e confreiras para reunião ordinária de avaliação das atividades de 2015. 

Na oportunidade iremos realizar uma breve confraternização.

Quando? Dia 17/12/2015 (QUINTA-FEIRA)
Horário? 17 horas
Onde? Academia de Letras de Ilhéus

CONFRADE CYRO DE MATTOS É MAIS UMA VEZ PREMIADO

Baiano Ganha Prêmio Literário
Nacional Pen Clube do Brasil 2015


Com o romance Os Ventos Gemedores,  o escritor baiano Cyro de Mattos (foto) venceu o Prêmio  Literário Nacional PEN Clube do Brasil 2015 para livros da categoria Narrativa publicados em 2013 e 2014. Criado em 1938, o Prêmio Literário Nacional Pen Clube do Brasil  é um dos mais antigos e prestigiosos  certames brasileiros,  consistindo em troféu denominado PEN, especialmente concebido e executado pelo escultor Cavani Rosas, além de Diploma e três mil e quinhentos reais. O Prêmio PEN será entregue ao escritor baiano no dia 14 deste mês, às 19 horas, na cobertura do Terraço Panorâmico do Instituto  Histórico Geográfico Brasileiro, na Glória, no Rio.O romance Os Ventos Gemedores foi publicado em 2014 pela editora Letra Selvagem,  de Tauibaté/São Paulo. O prêmio Pen de Poesia 2015 foi para Izacil Guimarães Pereira, por seu livro Altamira e Alexandria, e o de ensaio para a historiadora Ana Luiza Almeida Ferro, professora doutora da Universidade Federal do Maranhão,  por seu livro Os Papagaios Amarelos na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís.

Eis alguns escritores que, ao longo das décadas passadas, conquistaram o Prêmio Pen Clube do Brasil, nas categorias de Ensaio, Poesia e Narrativa:
Gastão Cruls, Gilberto Amado, Brito Broca, Antonio Calado, Jorge Amado, Antonio Cãndido, Dalcídio Jurandir, Miécio Tati, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, José Condé, Fernando Sabino, Marques Rebelo, Álvaro Lins, Cyro dos Anjos, José Paulo Moreira da Fonseca, Cassiano Ricardo, Augusto Meyer, José Cândido de Carvalho, Dalton Trevisan, Josué Montelo, Nelson Werneck Sodré, Rubem Fonseca, Homero Homem, Otávio de Faria, Oto Maria Carpeaux, Adonias Filho, João Cabral de Melo Neto, Herberto Sales, Eugênio Gomes, Nilo Aparecido Pinto, Raimundo Magalhães Junior, Emílio Moura, Macedo Miranda, Autran Dourado, Waldemar Lopes, Fausto Cunha, Alceu Amoroso Lima, Orígenes Lessa, Érico Veríssimo, Odylo Costa Filho, Pedro Nava,  Ledo Ivo, Afonso Arinos de Melo Franco, Permínio Ásfora, Alphonsus de Guimarães Filho, Stella Leonardos, Antonio Carlos Villaça, Murilo Rubião, Pedro Calmon, José Guilherme Merquior, Guilherme Figueiredo, Olga Savary, Mauro Mota, José J. Veiga, Wilson Martins, Helena Parente Cunha, Mário Quintana, Dinah Silveira de Queiroz, Lygia Fagundes Telles, Alberto da Costa e Silva, Alexandre Eulálio, Dante Milano, Josué Guimarães, Gilberto Freire, Marcus Accioly, Raquel Jardim, Afonso Félix de Sousa, Barbosa Lima Sobrinho, Mário Pontes, Moacir Scliar, João Cabral de Melo Neto, Ivan  Junqueira, Denise Emmer, Luíza Lobo, Salgado Maranhão, Antonio Torres, Ferreira Gular,  Joel Rufino dos Santos, Maria José de Queiroz, dentre outros.

QUEM É QUEM

Cyro de Mattos, nasceu  no município de Itabuna, no Sul da Bahia, em 31 de janeiro de 1939. Jornalista, poeta, romancista, contista, novelista, cronista, autor de livros infantojuvenis. Diplomou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia, em 1962. Dentre seus livros publicados, destacam-se  Os Brabos, O Menino Camelô, Cancioneiro do Cacau, Os Ventos Gemedores e Vinte Poemas do Rio, que foi  indicado para o vestibular da Universidade Estadual de Santa Cruz (sul da Bahia), no triênio 2003-2005. Tem livros pessoais publicados em Portugal, Itália, Alemanha e França. Conto e poema publicado em antologia na Rússia, Estados Unidos, Espanha, Itália, Portugal e Dinamarca. Participou como co9nvidao do III Encontro Internacional de Poetas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Portugal, Feira do Livro de Frankfurt e Encontro de Poetas Iberoamericanos em Salamanca, Espanha.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

HOJE TEM PALESTRA SOBRE A VIDA E OBRA DE ADONIAS FILHO

Adonias Filho

A Academia de Letras promove hoje um encontro com estudantes, professores e acadêmicos para debater sobre a obra de Adonias Filho. O debate será coordenado pelos confrades Josevandro Nascimento, André Rosa e a confreira Eliane Sabóia.

Adonias Filho, se estivesse vivo, hoje, 27 de novembro, completaria 100 anos. Durante esta semana uma série de homenagens ao escritor foram promovidas pelo Memorial Adonias Filho, em Itajuípe e pela Universidade Estadual de Santa Cruz.

Adonias Aguiar Filho nasceu em 27 de novembro de 1915 e morreu no dia 02 de agosto de 1990, foi integralista, jornalista, crítico literário, ensaísta e romancista brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia de Letras de Ilhéus, onde também foi presidente em 1981.

Saiba mais sobre a vida e obra de Adonias Filho CLICANDO AQUI.

SERVIÇO

O QUE: Debate e palestra sobre vida e obra de Adonias Filho
ONDE: Academia de Letras de Ilhéus
QUANDO: 27 de novembro de 2015
HORÁRIO: 18h30
QUANTO: Gratuito

sábado, 12 de setembro de 2015

HOJE TEM REUNIÃO DA SAUDADE



A sessão começa às 19 horas. Todos estão convidados. 
A homenagem será feita pela acadêmica Eliane Sabóia.


A Academia de Letras realiza hoje, em sua sede, a Reunião da Saudade em memória da confreira Janete Badaró. A confreira que completou 80 anos no dia 16 julho, morreu nove dias depois. Foi autora, entre outros, do livro de poemas "Máscaras em Procissão".

A poeta, jornalista, bacharel em Direito e Acadêmica Janete Badaró festeja seus 78 anos neste mês de julho, em reunião festiva familiar. Mãe de cinco filhos: Arilton Carlos, Jane Kátia, Jane Suely, Carlos Alberto Filho (Beto) e Jane Hilda, e com muitos netos e bisnetos, Janete Badaró é um nome que se destaca na sociedade grapiúna, pela mulher idealista, guerreira, sensível, e cuja história empreende a marca do pioneirismo visto ter sido a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia de Letras de Ilhéus, academia onde, em vida,  foram membros os escritores Jorge Amado e Adonias filho. Ela  ocupa a cadeira n 06 daquele sodalício desde 1981.

Janete Mendonça Badaró nasceu em Ilhéus, em 16 de julho de 1935, filha de Ariston Bastos Mendonça e Beatriz Neves Mendonça. Tem dois livros de poesia lançados: “Momentos” e “Máscaras em Procissão”, além de participações em diversas coletâneas regionais; publicou crônicas e contos em vários jornais e revistas regionais defendendo idéias feministas e ecológicas. Seu nome é verbete em duas enciclopédias de escritores baianos; fundou o Ilhéus Jornal ao lado de seu esposo Carlos Alberto Ramagem Badaró, e com o falecimento deste, passou a editar e dirigir a Ilhéus Revista- durante quase três décadas. Foi Chefe de Gabinete na Prefeitura Municipal de Ilhéus, fez parte das diretorias da OAB sub-sessão Ilhéus e da Academia de Letras por várias gestões. Aposentada pela Secretaria de Educação do Estado, atualmente dedica-se a leituras de grandes obras, no sossego do seu lar.

Fonte: Jornal Bahia Online. Disponível em: