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quinta-feira, 29 de outubro de 2026
ARTIGO
quarta-feira, 28 de outubro de 2026
EDITAL CASA DE ABEL DIVULGA RESULTADO FINAL DOS SELECIONADOS
SELECIONADOS
CELMA ANUNCIAÇÃO MELO MONTEIRO
EDERIVALDO BENEDITO SANTOS
ISAAC ALBAGLI DE ALMEIDA
JUCIARA COSTA SOUZA FROTA
LOURIVAL PEREIRA JÚNIOR
MÁRCIO RIBEIRO
MARIANA LIMA DE OLIVEIRA
MOEMA DE SOUZA BÁFICA
RODRIGO DIAS SOUZA
RUTE PRAXEDES DOS SANTOS KOROL
THAÍSE DE SANTANA SANTOS
YAMIL AXEL ESCAFFI GUZMAN
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
EDITAL CASA DE ABEL — COMUNICADO DE RESULTADO DE RECURSO DEFERIDO
A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a Comunidade Tia Marita e a Academia de Letras de Ilhéus (ALI), por meio da Comissão de Seleção, tornam público que, após análise do recurso apresentado pelo candidato Yamil Axel Escaffi Guzman, referente ao resultado preliminar do Edital nº 167/2026, o pedido foi considerado DEFERIDO.
Em decorrência do deferimento, fica reconhecida a revisão da pontuação do candidato, com a devida atualização de sua classificação, conforme os critérios estabelecidos no referido edital.
A decisão será considerada na publicação do resultado final do processo seletivo para composição da programação da Casa de Abel: Espaço de Autores Sul-Baianos, no âmbito da 9ª Festa Literária de Ilhéus.
Ilhéus, 25 de outubro de 2026.
Comissão de Seleção
Casa de Abel: Espaço de Autores Sul-Baianos
Edital UESC nº 167/2026
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
ALI PUBLICA RESULTADO PRELIMINAR DO EDITAL CASA DE ABEL
A UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ, a COMUNIDADE TIA MARITA e a ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS tornam público o RESULTADO PRELIMINAR PARA COMPOSIÇÃO DA PROGRAMAÇÃO DA CASA DE ABEL — ESPAÇO DE AUTORES SUL-BAIANOS, no âmbito da 9ª FESTA LITERÁRIA DE ILHÉUS, nos termos e condições estabelecidos no item 1.6, do Edital nº 167, de 10 de outubro de 2026.
ORDEM
| ESCRITOR(A) | PONTUAÇÃO |
1º | Moema de Souza Báfica | 8 |
2º | Celma Anunciação Melo Monteiro | 8 |
3º | Lourival Pereira Júnior | 8 |
4º | Rute Praxedes dos Santos Korol | 8 |
5º | Mariana Lima de Oliveira | 7 |
6º | Juciara Costa Souza Frota | 7 |
7º | Isaac Albagli de Almeida | 7 |
8º | Rodrigo Dias Souza | 6 |
9º | Ederivaldo Benedito Santos | 6 |
10º | Nei Antonio Matos dos Santos | 6 |
11º | Thaíse de Santana Santos | 6 |
12º | Márcio Ribeiro | 6 |
Em tempo, fica aberto o período de recursos em face deste resultado preliminar, conforme o item 4.2., do supracitado edital, até o dia 22 de outubro de 2026. O candidato que desejar obter informações sobre as razões de sua respectiva desclassificação, deverá enviar e-mail para academiadeletrasdeilheus@gmail.com , colocando no assunto: Edital Casa de Abel + nome do proponente.
Ilhéus, Bahia, 19 de outubro de 2026
Comissão Avaliadora
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
ARTIGO
terça-feira, 25 de agosto de 2026
5ª edição do Festival Literário Sul Bahia movimentou Canavieiras com mais de 40 atividades durante três dias
sábado, 8 de agosto de 2026
DIA 10 DE AGOSTO: CELEBAR 114 ANOS DE JORGE AMADO
No dia 10 de agosto, ao celebrarmos os 114 anos de Jorge Amado, reconhecemos a permanência de uma obra que continua a produzir sentidos e que, para além de sua dimensão estética, constitui-se como espaço de memória, identidade e representação de um povo. Cada romance configura uma cartografia cultural na qual o território se converte em linguagem e a linguagem, por sua vez, transforma-se em patrimônio.
É nesse horizonte que a grapiunidade adquire centralidade. Antes de alcançar o mundo, Jorge Amado encontrou, na Região Cacaueira da Bahia, o núcleo de uma experiência humana que marcaria definitivamente sua criação. O universo do cacau, longe de ser simples cenário, configura um território simbólico onde se entrecruzam relações de poder, migrações, conflitos, solidariedades e afetos. A paisagem deixa de ser mero pano de fundo para tornar-se protagonista da história.
A literatura de Jorge Amado demonstra que os territórios são também construções culturais. A Região Grapiúna emerge como espaço de memória coletiva, onde vozes, costumes, saberes e narrativas resistem ao apagamento. Nesse contexto, escrever é preservar modos de existência, reafirmar pertencimentos e transformar a experiência regional em patrimônio da humanidade. Aí reside muito da singularidade de sua obra. O escritor não universaliza a Bahia porque abandona o regional; universaliza-a porque mergulha profundamente em sua cultura. Quanto mais enraizada é sua narrativa, mais ampla se torna sua capacidade de dialogar com diferentes povos e tempos. O local converte-se em linguagem universal.
Os clássicos permanecem porque continuam produzindo novas leituras e novos sentidos. Jorge Amado permanece entre nós não apenas pela força de seus personagens, mas porque sua obra nos convida, continuamente, a revisitar os territórios da memória, a reconhecer a diversidade como fundamento da cultura e a compreender que a literatura é também uma forma de resistência ao esquecimento.
Ao celebrar seus 114 anos, celebramos também a vitalidade da grapiunidade como patrimônio cultural e literário. Nesse encontro entre memória, território e palavra — Cacau, Terras do Sem-Fim, São Jorge dos Ilhéus, Gabriela, Cravo e Canela e Tocaia Grande —, Jorge Amado permanece vivo, lembrando-nos de que as identidades não se encerram no passado: renovam-se cada vez que a literatura devolve uma comunidade à consciência de si mesma. E sabemos que sua obra atravessa as fronteiras regionais e conta-canta a Bahia.
A permanência da obra de Jorge Amado projeta-se também para além do campo literário. Seus romances transformaram-se em poderosos mediadores da imagem da Bahia no Brasil e no mundo, convertendo a ficção em experiência cultural e turística. Leitores de diferentes países percorrem ruas, mercados, praias, terreiros e cidades movidos pelo desejo de reencontrar os cenários da narrativa. Trata-se de um singular exemplo em que a literatura não apenas representa um território, mas contribui para sua valorização simbólica, sua preservação e o fortalecimento de sua economia criativa.
O turismo literário, nesse contexto, constitui uma forma de leitura do espaço, na qual memória, patrimônio e identidade se entrelaçam, reafirmando a cultura como um dos mais relevantes ativos do desenvolvimento regional. Assim, Jorge Amado, mais do que um grande romancista, afirma-se como um dos maiores embaixadores culturais da Bahia. Sua obra continua atraindo leitores, pesquisadores e visitantes de diferentes partes do mundo, fortalecendo a imagem da Bahia e, particularmente, da Região Grapiúna como território da cultura, da memória e do turismo literário.
Celebrar seus 114 anos é reconhecer que sua literatura permanece viva, renovando, a cada leitura, o diálogo entre o local e o universal e reafirmando que a identidade de um povo também se escreve pela força de suas narrativas.
Por Maria de Lourdes Netto Simões (Tica Simões), membro da cadeira 19, Academia de Letras de Ilhéus.
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
PROSA DAS LETRAS ESTREIA HOJE, 7 DE AGOSTO, COM UMA HOMENAGEM AO SAUDOSO CONFRADE JOSEVANDRO NASCIMENTO
quinta-feira, 16 de julho de 2026
A Terra, o Homem e a Urgência da Justiça Social: O Legado de Raymundo Laranjeira em Memorial de Direito Agrário
segunda-feira, 13 de julho de 2026
ARTIGO
segunda-feira, 6 de julho de 2026
NOSSA GRATIDÃO
domingo, 5 de julho de 2026
SOBRE A PARTIDA DE ZEVANDRO
TRIBUTO À JOSEVANDRO
sábado, 4 de julho de 2026
NOTA DE PESAR PELO PASSAGEM DE NOSSO PRESIDENTE
A Academia de Letras de Ilhéus (ALI) cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento de seu estimado presidente, o Professor Josevandro Raymundo Ferreira Nascimento, ocorrido neste sábado. Ocupante imortal da Cadeira nº 14, sua partida deixa um vazio imensurável na cultura e na intelectualidade do Sul da Bahia.
Mais do que um guardião das nossas tradições literárias, o Professor Josevandro foi um líder visionário. À frente da presidência da instituição por dois mandatos marcantes, ele não poupou esforços para modernizar e dinamizar a centenária Casa de Abel, aproximando a Academia da comunidade e garantindo que o sodalício permanecesse como um farol pulsante de resistência cultural.
Sob a sua firme e generosa condução, a ALI fortaleceu seus laços com a sociedade regional, promoveu o debate intelectual e incentivou ativamente o surgimento de novos talentos nas letras sul-baianas. O dinamismo com que liderou os trabalhos acadêmicos uniu gerações de escritores, sempre pautado pelo mais profundo respeito à memória literária de Ilhéus e pelo compromisso com o futuro da nossa cultura.
Seu trabalho incansável na gestão cultural e na defesa do patrimônio imaterial da região confunde-se com a própria história recente da Academia. Josevandro Nascimento deixa como herança o exemplo de um homem público que usou o conhecimento e a palavra para edificar e acolher.
Neste momento de imensa tristeza e saudade, manifestamos nossa profunda solidariedade à sua esposa, familiares, amigos, ex-alunos e aos confrades e confreiras que compartilharam de sua iluminada convivência. Que o brilho de seu espírito público e sua dedicação às letras continuem a guiar e inspirar os caminhos desta Casa.
Academia de Letras de Ilhéus
Atenção!
O corpo do Prof. Dr. Josevandro Ferreira Nascimento será velado no Salão Nobre da Loja Maçônica Vigilância e Resistência, localizado na Avenida Itabuna, a partir das 6h da manhã deste domingo, 5 de julho. O sepultamento será realizado às 13h, no Cemitério da Vitória.
















