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domingo, 24 de abril de 2022
A POSSE DE EFSON LIMA NA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
segunda-feira, 18 de abril de 2022
SEXTA-FEIRA, DIA 22, TEM POSSE DO ESCRITOR Efson Lima
O professor de Direito, escritor e articulista Efson Lima toma posse como novo membro da Academia de Letras de Ilhéus (ALI) na próxima sexta-feira (22), no Salão Nobre da instituição. A solenidade está prevista para as 19h.
Articulista de jornais diários baianos e um dos coordenadores do Festival Literário Sul-Bahia (Flisba), Efson teve o apoio necessário de votos já na indicação para a ALI, o que dispensou a eleição para escolha do novo membro, informou o presidente da Academia, Pawlo Cidade. Toma assento à cadeira 40 da Academia.
Conforme previsto, Efson Lima será saudado pela ex-presidente da ALI Maria Luiza Heine, na próxima sexta (22), na sede da Academia de Letras de Ilhéus, na Rua Antônio Lavigne de Lemos, 39, Centro, Ilhéus, Bahia, Brasil.
Efson foi aluno de Maria Luiza Heine, que lembra dos tempos de faculdade. “[Efson] Era aquele aluno que se aproximava para conversar, querendo ir além do assunto dado. Um dia me procurou querendo saber mais da Academia de Letras de Ilhéus, cresceu e adquiriu conhecimento para conhecer a Academia por dentro. Vai entrar pela porta da frente”, orgulha-se a ex-presidente.
Presidente da ALI, Pawlo Cidade vê na chegada de Efson ganho inestimável para a nossa Academia. Ele ressalta a experiência, a dedicação e o amor pelas letras que enxerga no novo membro.
Já o poeta, ensaísta e membro das academias de Letras da Bahia (ALB) e de Ilhéus (ALI) Aleilton Fonseca, vê Aleilton na Academia com imensa alegria, prazer e satisfação. “A Academia de Letras de Ilhéus ganha muito com a sua participação efetiva nas atividades de promoção da nossa Literatura.”
O jornalista e consultor cultural Alderacy Pereira teve Efson Pereira como seu aluno, ainda na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em 2004. “Recordo, nitidamente, dos olhos dele brilhando e me apresentando seus primeiros artigos de opinião”, relembra, completando: “Quando vejo um texto assinado pelo articulista Efson Lima, leio com grande interesse e volúpia”, encerra, não sem destacar o orgulho ao saber da posse do escritor e professor na ALI.
Fonte: pimenta.blog.br
terça-feira, 12 de abril de 2022
NOSSAS TERTÚLIAS ACADÊMICAS ESTÃO DE VOLTA!
Abrindo a segunda edição das Tertúlias Acadêmicas, o professor e doutor André Luiz Rosa, membro da ALI, fala sobre a produção poética de Sosígenes Costa, a partir de uma pesquisa de poemas ainda não publicados em livro pelo autor.
Sosígenes Marinho da Costa nasceu em Belmonte, sul da Bahia, cidade presente em diversos dos seus poemas. No início dos anos 1920 começou a publicar seu versos em jornais e revistas. Aos 25 anos mudou-se para Ilhéus, cidade em que produziu a maior parte de sua obra e onde trabalhou como professor primário, telegrafista, escriturário e secretário da Associação Comercial. A partir de 1928 estreou na imprensa e colaborou como redator no jornal Diário da Tarde e, esporadicamente, com periódicos de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. No mesmo ano, devido à sua paixão pela literatura, ingressou na Academia dos Rebeldes, grupo modernista liderado por Pinheiro Viégas, e composta por Alves Ribeiro, Clovis Amorim, Dias da Costa, Da Costa Andrade, Jorge Amado, Walter da Silveira, dentre outros que tinham o desejo de mudar a literatura baiana juntamente com os grupos de Samba e Arco & Flexa. Aposentou-se em 1954 como telegrafista do antigo DCT - Departamento de Correios e Telégrafos, um tempo depois mudou-se para o Rio de Janeiro, onde residiu até a sua morte em 1968. Seu primeiro livro foi Obra Poética publicado em 1959 pela editora Leitura, pelo qual recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia e o Prêmio Paula Brito.
Nesta nova edição do Tertúlias Acadêmicas serão homenageados os fundadores, patronos e efetivos anteriores que ocuparam as cadeiras da Academia de Letras de Ilhéus.
O Tertúlias Acadêmicas tem novo dia e horário, quinta-feira, 19h, mensalmente, no Instagram da ALI.
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS DARÁ POSSE A EFSON BATISTA LIMA
De acordo com o novo Regimento Interno, o ingresso de um membro na ALI é da seguinte maneira: A pessoa interessada em ser confrade ou confreira não se candidata. Os grupos de acadêmicos propõem a indicação dos nomes, apresentando currículo e obras dos seus respectivos indicados. Na sequência, há uma sessão na qual os acadêmicos manifestam ou não apoio. A indicação que obtiver 21 (vinte e um) apoios é eleito nesse momento. Caso não alcance essa quantidade de apoio, ocorrerá uma eleição 30 (trinta) dias após a sessão da(s) indicação(ões), declarado novo(a) acadêmico(a) quem obtiver o maior número de votos.
sexta-feira, 1 de abril de 2022
TRATADO DE ALQUIMIAS DO VERBO E DO VERSO, NOVA OBRA DE CIRO BARBUDA, QUE SERÁ LANÇADO NA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
terça-feira, 29 de março de 2022
CYRO DE MATTOS VAI RECEBER COMENDA 2 DE JULHO
segunda-feira, 28 de março de 2022
RECIPIENDÁRIO
DISCURSO DE RECEPÇÃO A MANOEL CARLOS DE ALMEIDA NETO NA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS, 25 DE MARÇO DE 2022.
Edvaldo Brito
Titular da Cadeira 28
Patrono: Junqueira Freire
Fundador: Orlando Gomes
domingo, 27 de março de 2022
REGISTRO DOS MOMENTOS DA POSSE DE MANOEL CARLOS DE ALMEIDA NETO, AGORA OCUPANTE DA CADEIRA Nº 39, com texto do confrade Antônio Lopes e fotos de José Nazal
O jurista Manoel Carlos de Almeida Neto tomou posse na Academia de Letras de Ilhéus na sexta-feira, 25 de março. Ele passa a ocupar a Cadeira 39, cujo fundador foi o também jurista José Cândido de Carvalho Filho – cearense de Boa Viagem que fez carreira na política e na magistratura da Bahia – falecido em abril de 2019.
Na saudação protocolar, o acadêmico Edvaldo Brito, ex-professor de Direito de Manoel Carlos, fez breve histórico das academias de letras, que têm por modelo a “Académie Française”, criada em 1635 por Armand-Jean Du Plessis, o folclórico cardeal de Richelieu, apontando mudanças que ocorreram nesses mais de quatro séculos. “As academias hoje não são apenas espaços ocupados por literatos, mas o lugar de variadas manifestações artísticas e culturais”, disse o mestre baiano. O professor Edvaldo Brito também destacou a necessidade, nestes novos tempos, de que as academias participem mais da vida brasileira e – em gestos largos de reconhecido orador condoreiro – chamou a atenção para o grave momento vivido pelo Brasil, com a pandemia do coronavírus, quando houve esforço de grupos para negar a realidade trágica que tínhamos a enfrentar.
Constituições em colapso
Manoel Carlos de Almeida Neto, novo titular da Cadeira 39, é professor de Direito da USP, Doutor em Direito do Estado pela mesma Universidade (grau obtido summa cum laude), Mestre em Direito Público (pela UFBA e pela UnB), tendo prestado assessoria jurídica ao Supremo Tribunal Federal em diferentes épocas, particularmente ao ministro Ricardo Lewandowsky.
Pesquisador conceituado, publicou vários livros, dentre os quais Direito Eleitoral Regulador (Editora Revista dos Tribunais), O Novo Controle de Constitucionalidade Municipal” (Forense), Juiz Constitucional (Revista dos Tribunais), entre outros. Recentemente publicou, com grande repercussão no meio jurídico, O Colapso das Constituições do Brasil: uma reflexão pela democracia, trabalho que mostra as circunstâncias político-sociais em que nascem e morrem nossas Constituições.
Em seu discurso, o novel acadêmico destacou o perfil pessoal e profissional do seu antecessor, José Cândido de Carvalho Filho e do patrono da Cadeira 39, o político e jurista baiano José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu.
No sentido horário: Vercil Rodrigues, Antônio Lopes, Hygino Filho, André Rosa, Josevandro Nascimento, Gerson dos Anjos, Manoel Carlos Neto, Jane Hilda, Anarleide Menezes, Pawlo Cidade e Edvaldo Brito.
Mesa composta por Vercil Rodrigues (Academia de Letras Jurídicas), Renée Albagli (Magnífica Reitora por dois mandatos: 1996-2000; 2000-2004, da UESC), Jane Hilda (Secretária Geral), Pawlo Cidade (Presidente da ALI), Tenente Paulo (18º CSM) e Jacson Cupertino (Presidente da OAB/Ilhéus). Foto: José Nazal
Manoel Carlos recebe da avó, dona Sara Albagli, uma medalha do avô Manoel Carlos, membro efetivo anterior da Academia de Letras de Ilhéus que ocupou a cadeira nº 33. Foto: José Nazal.

