quinta-feira, 2 de abril de 2015

ACADEMIA REABRIU OS TRABALHOS COM POESIA DE CASTRO ALVES NA PRAÇA QUE LEVA SEU NOME


Acadêmicos presentes: Pawlo Cidade, Josevandro, Neuza, André Rosa, Geraldo Lavigne e Gerson dos Anjos

Todo início de abertura dos trabalhos de cada ano, (14 de março) depositar flores no busto do poeta Castro Alves e recitar seus versos, é mais que uma obrigação, é uma celebração ao grande poeta dos escravos. Castro Alves nasceu no dia 14 de março. Data em que comemoramos o Dia Nacional da Poesia. Por coincidência ou não, quando foi fundada no mesmo dia em 1959, a Academia de Letras de Ilhéus já tinha pronto o seu lema: Patriae Litteras Colendo Serviam – Servir à Pátria cultuando as letras.

Encontro de poetas, José Delmo e o busto de Castro Alves

As comemorações iniciaram às 17h30, na Praça Castro Alves, bem em frente à Biblioteca Pública Adonias Filho, na Avenida Soares Lopes. O poeta e ator José Delmo recitou poemas de Castro Alves e de sua autoria. Depois foi a vez de estudantes do Colégio Ideal também prestar homenagem ao poeta. Em seguida, os confrades se reuniram na Academia de Letras de Ilhéus para a posse do segundo mandato do presidente Josevandro Nascimento e sua diretoria. Em seguida, antes mesmo da emocionante palestra da Dra. Olívia Barradas, o poeta José Delmo recitou um trecho do livro “As Velhas”, do autor centenário Adonias Filho.

A palestrante Olívia Barradas (FOTO) optou por falar sobre o escritor Adonias Filho revelando curiosidades sobre sua vida privada e de como os dois se conheceram. Falou de suas amizades e de como ele foi considerado um arquiteto e engenheiro da narrativa, sobretudo no livro que destacou: “Luanda, Beira, Bahia.” Salientou que “o historiador tem compromisso com o fato histórico, mas, o romancista tem compromisso com o verossímil.”


Diversas autoridades civis e militares estiveram presentes. Por fim, o presidente fez um breve relato das atividades de sua diretoria no biênio 2013-2015 reafirmando que ainda tem muito o que fazer pelas letras em Ilhéus. Lembrou o saudoso Barão de Popof

OS SARAUS DA ACADEMIA DE LETRAS ESTÃO DE VOLTA


NOITE DA SAUDADE EM HOMENAGEM AO ESCRITOR HÉLIO PÓLVORA SERÁ DIA 14 DE MAIO



A noite da saudade, em homenagem ao escritor Hélio Pólvora, ocupante da cadeira nº 24, será realizada no dia 14 de maio, com a saudação feita pelo acadêmico Aleilton Fonseca, da Academia de Letras da Bahia, às 18 horas.

Hélio Pólvora era casado com Maria Pólvora Silva de Almeida. Ele deixa três filhos, Hélio e Raquel, frutos da união com Maria Pólvora, e uma filha (Fernanda), de união anterior. Entre os livros publicados estão os romances Inúteis Luas Obscenas (Casarão do Verbo, 2010) e Don Solidon (Casarão do Verbo, 2011), além dos livros Memorial de Outono (2005), Contos da Noite Fechada (2003) e “…de amor ainda se morre…” (2008).

O MESTRE DORIVAL DE FREITAS CONTINUA HOSPITALIZADO

O professor Dorival de Freitas, ocupante da cadeira nº 11 ainda continua sob cuidados médicos, em São Paulo. Estamos na torcida para que o idealizador do nosso Sarau Literário volte logo. Que Deus possa ouvir nossas preces e recuperar de vez o confrade.

POESIA EM HOMENAGEM AO SAUDOSO HÉLIO PÓLVORA POR CYRO DE MATTOS

Memória de Hélio Pólvora
                     Cyro de Mattos

No sempre do vento,
No sem agora do silêncio,
Embarcado em solidão.
Ah, o mar misterioso
Quer me parecer destino.
Entre viver e partir,
Nunca mais reverter
Minha casa de sonhos
Onde no quintal  convivi
Com auroras e bichos.
E no alpendre divisei
Gente que inventei
Para oscilar nas vagas
Assustadas, estranhas.
Assim cheguei  neste mar
Que me torna secreto.
De estar nele para sempre
Como em alta onda vertido
Não sei se encalho ou sigo,
Embora certo do que fiz
E deixo com mergulhos
Fundos, profundos,
Para inaugurar sentidos. 

terça-feira, 31 de março de 2015

ELE PARTIU COM OS "GALOS DA AURORA". A ACADEMIA PERDE UM DOS MAIS ATIVOS ESCRITORES GRAPIÚNAS

Hélio Pólvora - 1928 - 2015

Na última madrugada de quinta-feira (26) perdemos o escritor, jornalista e crítico literário Hélio Pólvora (foto). Confrade desta Academia de Letras, um expoente da literatura nacional. Hélio Pólvora era natural de Itabuna, região sul da Bahia, lutava contra um câncer de pulmão há mais de um ano. Segundo Aramis Costa, ele morreu em casa. O corpo do escritor foi cremado no cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, em solenidade realizada às 17h30 de quinta-feira.

Hélio Pólvora era casado com Maria Pólvora Silva de Almeida. Ele deixa três filhos, Hélio e Raquel, frutos da união com Maria Pólvora, e uma filha (Fernanda), de união anterior. Entre os livros publicados estão os romances Inúteis Luas Obscenas (Casarão do Verbo, 2010) e Don Solidon (Casarão do Verbo, 2011), além dos livros Memorial de Outono (2005), Contos da Noite Fechada (2003) e “…de amor ainda se morre…” (2008).

“Ele morreu escrevendo. Um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Deixa um legado literário brasileiro importantíssimo. Nós perdemos uma glória da literatura nacional. Uma grande figura humana. Levou a vida toda trabalhando pela literatura e pela cultura. Um homem de inteligência e cultura fora do lugar. Foi uma perda irreparável para a cultura brasileira. Ele nunca parou de escrever”, disse Aramis Ribeiro Costa.

Para o poeta e integrante da Academia de Letras da Bahia, Luís Antônio Cajazeira Ramos, Hélio Pólvora é um dos contistas mais importantes da atualidade. “A Bahia perde a maior expressão das letras da atualidade. Sem dúvida, o maior contista, além de ser destacado como crítico, cronista, jornalista, editor e com uma longa militância na imprensa nacional. É o maior contista brasileiro da atualidade”, diz Cajazeira Ramos.

Biografia

Hélio Pólvora de Almeida nasceu em 1928, em Itabuna, na Bahia. Em 1953, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde morou por 30 anos. Nesse período, o escritor iniciou a carreira literária e atividade jornalística, que prosseguiram, depois de 1984, na Bahia (nas cidades de Itabuna, Ilhéus e Salvador).

A estreia literária ocorreu com a publicação Os Galos da Aurora (1958, reeditado em 2002, com texto definitivo). Mais de 25 títulos de obras de ficção e crítica literária, além de participação em dezenas de antologias nacionais e estrangeiras, foram publicados. Hélio Pólvora também possui contos traduzidos em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e holandês.

O escritor passou a morar em Salvador no ano de 1990. Eleito para a Cadeira 29 da Academia de Letras da Bahia, fez parte também da Academia de Letras do Brasil (sede em Brasília, DF), onde ocupa a cadeira 13, que tem como patrono Graciliano Ramos. Pertenceu ainda à Academia de Letras de Ilhéus, ocupando a cadeira 24. Ele atuava como cronista do jornal A Tarde há mais de oito anos e foi presidente da extinta Fundação Cultural de Ilhéus. O prefeito de Ilhéus também decretou luto oficial de três dias.

Fonte: G1 Bahia/Observatório de Imprensa


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

ARTIGOS DA HISTÓRIA

Instituto Nossa Senhora da Piedade

MÉRE THAÍS
João Mangabeira


Dentre os benfeitores de Ilhéus, nenhum se pode comparar a "Mére Thaís". Nenhuma obra humana, nesse Município, à dela se pode equiparar. Essa construção grandiosa que se levanta ao alto da Colina, sem ela não ergueria para os céus sua majestade sagrada. Sem ela não teria Ilhéus essas gerações sucessivas de professoras e alunas, formadas pelo seu carinho, educada pelo seu caráter, instruídas pelas luzes do seu espírito e pelas virtudes do seu coraç ão. E tudo isso, Mére Thaís construiu e realizou, quase sozinha, rodeada a princípio apenas pelas poucas irmãs, e através de obstáculos de toda sorte, que ela teve de vencer numa luta constante, tenaz e silenciosa.

É que naquela freira se aninhava uma energia, se incubava uma vontade, se acendia uma inteligência, raramente encontradas nos mais altos padrões varonís. É que naquela freira baixa, gorda , de passos um tanto vacilantes, e que nos falava quase sempre sorrindo, havia uma fôrça intensa e insuspeitável, que a fé centuplicava e que, transparecia apenas na precisão com que a palavra lhe saía dos lábios e nos raios que fagulhavam, chispando nos seus olhos. E tais predicados, que tornavam atraente uma pessôa cujo físico, à primeira vista, não era simpático, tais predicados, unidos a uma inteligência culta e poderosa, davam, em conjunto, o atributo do comando, que parecia inerente a seu ser, comando a que todos obedeciam e que acabava por tudo dominar.

Eu a ví em plena luta, desde que em Ilhéus chegou para iniciar e levar a cabo sua obra formidável. Por mais estranho que isso hoje pareça, ela não teve, a princípio, dos ilheenses, o acolhimento e o auxílio que suas grandes virtudes mereciam e a grandeza que sua obra reclamava. Ao contrário, inexplicavelmente, a população em geral mantinha-se fria, retraída, quase hostil.

Graças a Deus nunca lhe faltei, em toda medida das minhas forças, com a minha ajuda, a minha estima e a minha admiração. Desde o primeiro instante e até o fim, como prefeito, deputado, como senador, como cidadão e como homem, tomei posição decidida ao lado dessa freira santa.Ela também não me faltou nunca, em todas as circunstâncias, com a sua amizade e o seu confôrto. Entre os papéis mais caros ao meu coração, guardo, a carta de protesto e solidariedade que me escreveu, quando preso e processado, como cúmplice de uma rebelião comunista, num processo monstruoso e condenado por uma sentença infame. Invulnerável na pureza de suas virtudes e invencível na fôrça divina de sua fé, a grande freira, quando muitos se acovardavam, lançava o seu protesto contra a injustiça, numa carta escrita num francês impecável e que é um primor na forma e no fundo. E isso ela o fazia, em meio a uma luta de todos os dias, no prosseguimento da sua grande obra, cujo têrmo ainda não findara.

É que se, em Ilhéus, o ambiente mudara e a frieza primitiva se transformara numa crescente de simpatia, não chegara contudo àquela estima e gratidão gerais, que nos últimos dias de sua vida a consagravam como, daquele Município, sua inigualada benfeitora.

Também não sei de ninguém que tivesse amado mais ternamente a Ilhéus.Parece-me que nem Tréguier, sua amada cidade natal da Bretanha, ocupava tão largo espaço no seu coração.

Na última vez que a ví aqui no Rio, no Convento das Ursulinas, Mére Thaís estava quase imobilizada na sua cadeira de rodas. Mas, nos lábios o mesmo sorriso, nas palavras a mesma energia, nos olhos a mesma luz. Sorriso, energia e luz dos dias longínquos de sua mocidade. Já estava no Rio há vários meses e então me dizia ao despedir-se: - "Quero voltar para minha casa". - Era Ilhéus a sua cidade; o Convento de Ilhéus, a sua casa. Aí quiz morrer e aí morreu. Fez-lhe Deus a vontade; Deus, a quem ela sempre serviu, com todas as forças de sua alma. E em meio às irmãs e às suas alunas, às quais chamava de "minhas filhas", expirou, cercada do carinho de uma população inteira, triste e consternada. Foi assim, que desapareceu aquela flor de pureza e de bondade. Foi assim que se apagou aquele foco luminoso. Foi assim que se extingiu aquela freira santa, cuja vida consistiu em "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como ela mesma". Repousa hoje no seio de Deus. E é com sincera comoção que atendo ao pedido que me fazem e lanço, nestas linhas descoradas, a pálida homenagem de minha admiração por uma das criaturas mais perfeitas que jamais passaram pela terra.

ILHÉUS: DIÁRIO DA TARDE ,1955


João Cavalcante Mangabeira(1880-1964) Chegou em Ilhéus em 1900. Advogado, Jornalista, Político. Prefeito de Ilhéus 1908-1909. Deputado Federal 1909-1912, 1915-1918, 1918-1021, 1921-1924, 1924-127, 1927-1930. 1935-1937, 1947-1951. Senador : 1930. Ministro da Justiça no Gabinete Hermes Lima. Ministro de Minas e Energia durante o Gabinete Parlamentarista de Francisco Brochado da Rocha. Fonte: Senado Federal . Secretaria de Documentação e Informação.Subsecretaria de Bibloteca. João Mangabeira. In: Dados biográficos dos senadores baianos 1826-1996. Brasília: Centro Gráfico, 1996,p.43-5.

ESTE ARTIGO FOI UMA CONTRIBUIÇÃO DA CONFREIRA ELIANE SABÓIA, OCUPANTE DA CADEIRA 12.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ESCRITOR BAIANO ESTÁ NO PRAVDA DE MOSCOU

Depois de ser publicado em vários blogs importantes brasileiros, como Boqnews.com e Campograndenews, o  artigo “Os Ventos gemedores: Saga  do Brasil Arcaico”, do escritor Adelto Gonçalves, Doutor em Letras pela USP,  sobre o romance “Os Ventos Gemedores”, de  Cyro de Mattos, foi divulgado  no Pravda de Moscou, na edição em português,  (Port.pravda.ru).

De ritmo ágil, com uma narrativa labiríntica, o romance  “Os Ventos Gemedores” conta a história das dominações de Vulcano Brás, dono de muitas terras no território do Japará, um condado imaginado pelo autor, e a busca da vida livre e justa, representada pelo vaqueiro Genaro. Sobressaem ainda  no conflito, que acontece em ambiente bárbaro, forjado pela  terra hostil,  personagens como Almirinha, Amadeu, Abelardo Pança-Farta, Edivirgem, os irmãos Olindo e Olívio.

O professor e Doutor em Letras pela USP, Adelto Gonçalves, debruça-se sobre o romance do autor baiano e empreende uma análise  histórico-social, concluindo que “o final deste livro conta a batalha corpo a corpo entre os jagunços de Vulcano Brás e os homens de vaqueiro Genaro e – ao contrário do que normalmente se dá na vida real – a vitória dos explorados, apesar das baixas de lado a lado. A vitória maior, porém, que se registra é da Literatura Brasileira que sai desse romance mais enriquecida.”

Abaixo transcrevemos o artigo “Os Ventos Gemedores:  Saga do Brasil Arcaico”, de Adelto Gonçalves, publicado no Pravda  de Moscou:


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

MARIA LUIZ HEINE COM NOVOS PROJETOS


A professora, historiadora e pesquisadora Maria Luiza Heine mudou-se para capital para desenvolver novos projetos. Ainda este ano, deverá passar a residir em Sergipe. A incansável mestra tem alcançado vôos bem altos. Que as portas continuem se abrindo para a confreira que ocupa a cadeira nº 20.

PROFESSOR DORIVAL DE FREITAS ENCONTRA-SE HOSPITALIZADO


Fomos informados que nosso confrade, Dorival de Freitas, (foto) ocupante da cadeira nº 11, encontra-se hospitalizado. Esperamos que o mestre se recupere logo e volte a coordenar os sarus literários da Academia de Letras que devem retornar em abril.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

HOMENAGEM A DOM CAETANO NO DIA 10 DE DEZEMBRO


A Academia de Letras irá prestar as devidas homenagens ao mestre Dom Caetano. O encontro está marcado para o dia 10 de dezembro, a partir das 18 horas, na sede. Na oportunidade ouviremos o professor Dorival de Freitas falar sobre o saudoso amigo. 

Antonio Lima dos Santos, Dom Caetano, foi o sexto bispo de Ilhéus e ocupou a cadeira número 29 da Academia de Letras de Ilhéus. Dinâmico, atencioso e prestativo, colaborava continuamente com artigos e textos para este blog.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

ACADÊMICO GERALDO LAVIGNE DE LEMOS LANÇARÁ DOIS NOVOS LIVROS ESTE MÊS

Geraldo Lavigne de Lemos, membro desta Academia, lançará no dia 15 de dezembro de 2014 (segunda-feira) dois novos livros de poesia intitulados amenidades e alguma sinceridade, impressos em um único caderno. O lançamento ocorrerá na sede da Academia de Letras de Ilhéus, às 19:00.


Os livros foram editados pela Mondrongo, têm capas de Rafael Pita, prefácios dos acadêmicos André Rosa e Maria Luiza Nora e textos de Gustavo Felicíssimo e Jorge Elias Neto.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

ACADEMIA DE LETRAS LAMENTA A PARTIDA DO CONFRADE DOM CAETANO


A Academia de Letras de Ilhéus lamenta profundamente o passamento do confrade Antonio Lima dos Santos, Dom Caetano, ocupante da cadeira nº 29, ocorrido, na Cidade de Governador Valadares, onde foi sepultado.

Dom Caetano foi o 5º Bispo de Ilhéus e um dos fundadores da Academia de Letras. Sempre dinâmico e prestativo, regularmente contribuía com artigos e crônicas para este blog. Oportunamente, a Academia lhe prestará as devidas homenagens, como preito de saudade.


Prof.  Josevandro Nascimento

Presidente

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

CONFRADE HANS SCHAEPPI LANÇA NESTA SEXTA-FEIRA NOVO LIVRO


Jornalista, escritor e empresário, Hans Schaeppi (FOTO) vai lançar no próximo dia 7 de novembro, sexta-feira, às 19 horas, na Academia de Letras de Ilhéus, seu novo livro, “Morte na Praia do Cristo e outros contos”. Trata-se da segunda obra ficcional do autor que em 2012, na reabertura dos trabalhos literários da Academia de Letras de Ilhéus, lançou “O Velho Adolpho – a história de uma tocaia”, um romance com ação desenvolvida na região cacaueira, no estilo amadiano. 

O novo livro, que tem prefácio do escritor Hélio Pólvora, membro da Academia de Letras da Bahia, é um lançamento da Editora Mondrongo e aborda vertentes diferenciadas, como policial, drama, romance e ação. O primeiro conto, que dá nome do livro (Morte na Praia do Cristo), é um policial (que o autor do prefácio chamou de “detetivesco”), e que se desenvolve nas cidades de Ilhéus e Itabuna. A data de lançamento, 7 de novembro, foi escolhida juntamente com seus confrades da Academia, por coincidir com a Semana da Cultura.