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quarta-feira, 19 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
ABERTA PERÍODO DE VOTAÇÃO PARA ESCOLHA DE NOVO CONFRADE
Modelo da cédula de votação
Prezados confrades, senhoras confreiras,
No período de 05 a 20 de outubro de 2016 estaremos recebendo os votos para eleição do candidato Aleilton Fonseca. O professor e poeta Aleilton Fonseca é candidato à vaga da cadeira nº 24, anteriormente ocupada pelo saudoso confrade Hélio Pólvora;
Os votos estarão à disposição de todos na recepção da Academia de Letras, em sua sede, à Rua Antonio Lavigne de Lemos. Aqueles que não residem em Ilhéus poderão fazê-lo manifestando seu voto a favor ou não, via e-mail.
E-mail da Academia: academiadeletrasdeilheus@gmail.com
Os votos serão depositados em urna específica que se encontra na sede. Caso o candidato não obtenha 50% + 1 dos votos válidos será aberta nova inscrição para a cadeira vaga.
Maiores informações pelo telefone: 73. 3231.1612 ou pelo celular: 73.9.9998.2555
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
COMENDA ABEL PEREIRA SERÁ ENTREGUE AO INSTITUTO NOSSA SENHORA DA PIEDADE PELO SEU CENTENÁRIO
No ano em que completa 100 anos, o Instituto Nossa Senhora da Piedade recebe no próximo dia 16 de setembro a Comenda Abel Pereira. Trata-se da maior honraria desta academia a ser entregue à personalidades, instituições e organizações da sociedade civil que prestaram relevantes serviços à educação e a cultura do nosso Município.
O evento está marcado para às 18h30, na sede da Academia de Letras de Ilhéus.
Quem foi Abel Pereira?
Abel Silva Pereira nasceu na cidade de Ilhéus, na Bahia, em 1908,
filho de Felisberto da Silva Pereira e de Emilia Mundi Negrão Pereira. Sua vida
literária pode ser acompanhada através das inúmeras instituições especializadas
a que pertence, bem como por meio dos vários periódicos com os quais colaborou.
Fundador da Academia de Letras de Ilhéus, Bahia, foi também o seu
primeiro Presidente. Ainda nesse Estado, pertence ao Instituto Histórico. Abel
Pereira é membro de muitas outras instituições culturais, dentre elas a
Associação Brasileira de Imprensa, a Sociedade dos Homens de Letras do Brasil,
A Ordem dos Velhos Jornalistas do Brasil, a União Brasileira dos Escritores, a
Academia Maçónica de Letras, a Academia Guanabarina de Letras, a Academia
Brasileira de Literatura (Rio).
Livros: "Colheita" — em 1957 e — "Poesia até
Ontem" — em 1977 "Mármore Partido", seguindo a mesma linha
haikaistica de "Colheita" e de "Poesia até Ontem.”
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
CYRO DE MATOS IRÁ RECEBER O TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA
O presidente Josevandro Nascimento convida confrades e confreiras para a cerimônia do título de Doutor Honoris Causa que será concedido ao confrade Cyro de Matos, no próximo dia 15 de setembro, quinta-feira, às 19h, no auditório Governador Paulo Souto, na Universidade Estadual de Santa Cruz.
Clique na imagem para ampliar
quinta-feira, 28 de julho de 2016
OFICINA DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL NA ACADEMIA DE LETRAS
Foto: Divulgação
A primeira Oficina de Leitura e Produção Textual promovida pela Academia
de Letras de Ilhéus tem como principal objetivo a criação de textos mistos que
gerem reflexão social no leitor. Dividida em teoria e prática, a Oficina
organiza e desenvolve a competência leitora ao realizar plenamente a
interlocução entre a produção de textos e o contexto que se impõe diverso e transformador.
A realização da oficina faz parte do convênio de manutenção básica das
atividades artísticas e culturais com a Prefeitura Municipal de Ilhéus, através
da Secretaria de Relações Institucionais.
“Vivemos num mundo cada vez mais “visual”. As imagens se apresentam como
mensagens a todo instante e provocam os olhos atentos dos jovens. A fim de
possibilitar interpretações cada vez mais precisas, essa oficina pretende
apresentar para os alunos textos mistos, mesclando textos não-verbais e
verbais, inferindo conceitos e promovendo o debate acerca de assuntos ligados à
atualidade”, assinala a facilitadora e gestora cultural Anarleide Menezes.
O presidente Josevandro Nascimento salientou que “nunca se criou uma programação que pudesse
abrir as portas da Academia para a comunidade, para o estímulo à leitura, para
o fortalecimento da escrita e da poesia. Esta proposta tenta minimizar o hiato
que se manteve presente ao longo dos anos na Academia, criando uma programação
de doze meses que pudesse, não só dinamizar o espaço, mas, aproximá-lo da comunidade
ilheense”.
SERVIÇO:
O quê? Oficina de Leitura e
Produção Textual
Quando? Dia 28/07/2016
Onde? Academia de Letras de
Ilhéus
Inscrições e vagas no local.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
NO DIA DO ESCRITOR A ACADEMIA DE LETRAS ABRE EDITAL PARA MAIS DUAS VAGAS
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
PATRIAE LITTERAS COLENDO SERVIAM
FUNDADA EM 14 DE MARÇO DE 1959
ILHÉUS – BAHIA
EDITAL DE INSCRIÇÃO
Hélio Pólvora,
ex-ocupante da cadeira nº 24
Dom Caetano,
ex-ocupante da cadeira nº 29
O Presidente da Academia de
Letras de Ilhéus, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, de
acordo com os arts. 47 e 48 e ss/parágrafos do Regimento Interno, faz saber a
quantos este Edital virem ou dele conhecimento tiverem, que, com vacância das
cadeiras nº 24, antes ocupada pelo escritor e jornalista Hélio Pólvora, cujo
fundador foi Otávio Moura e patrono João Florêncio Gomes e cadeira nº 29, antes
ocupada pelo Sr. Antônio Lima dos Santos – Dom Caetano - cujo fundador foi o
próprio e patrono Manoel Quirino, ficam abertas as inscrições para
preenchimento dessas vagas, pelo prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de
publicação deste, devendo os interessados procurar a Secretaria da Academia de
Letras de Ilhéus, turno vespertino, na Rua Antônio Lavigne de Lemos, 39,
Centro, nesta cidade, para maiores esclarecimentos e informações a respeito ou
pelo telefone 73.3231.1612.
Ilhéus, Bahia, 25 de
julho de 2015.
Josevandro Nascimento
Presidente
Pawlo Cidade
Secretário Geral
sábado, 9 de julho de 2016
GERALDO LAVIGNE DE LEMOS LANÇARÁ NOVO LIVRO
O confrade Geraldo Lavigne de Lemos lançará o livro Massapê: Solo de poesia no dia 12 de julho de 2016, às 18h30, na sede da Academia de Letras de Ilhéus. A edição é pelo selo Mondrongo e conta com 36 poemas inéditos. O prefácio foi gentilmente escrito por Aleilton Fonseca.
Trata-se do quarto livro do autor, sendo todos de poesia. A presente obra é marcada pelo território de origem do confrade, que é natural de Itabuna e radicado em Ilhéus. Porém, o conteúdo supera as fronteiras da região. Dois dos poemas da obra estão a seguir:
Os demais livros do autor são: À Espera do Verão (2011), amenidades (2014) e alguma sinceridade (2014). Todos são comercializados no site da editora Mondrongo e na Livraria Papirus, em Ilhéus.
Ademais, o autor mantém o instagram @geralavigne e um perfil no Facebook (com o nome completo) onde divulga rotineiramente a obra.
Trata-se do quarto livro do autor, sendo todos de poesia. A presente obra é marcada pelo território de origem do confrade, que é natural de Itabuna e radicado em Ilhéus. Porém, o conteúdo supera as fronteiras da região. Dois dos poemas da obra estão a seguir:
Os demais livros do autor são: À Espera do Verão (2011), amenidades (2014) e alguma sinceridade (2014). Todos são comercializados no site da editora Mondrongo e na Livraria Papirus, em Ilhéus.
Ademais, o autor mantém o instagram @geralavigne e um perfil no Facebook (com o nome completo) onde divulga rotineiramente a obra.
sábado, 2 de julho de 2016
ANARQUISTAS GRAÇAS A ZÉLIA!
SE VIVA ESTIVESSE COMPLETARIA HOJE 100 ANOS!
Descendente de imigrantes italianos, Zélia Gattai nasceu e cresceu cresceu na cidade de São Paulo. Nas três primeiras décadas do século 20, a capital paulista sofria forte influência da imigração européia, especialmente a italiana. Italianos e espanhóis constituíam a maior parte da mão de obra que atuava na cidade, que experimentava seu primeiro surto de industrialização. Além do trabalho, esses imigrantes deram origem a um movimento operário, influenciado por idéias socialistas e anarquistas.
Jorge Amado também desenvolvia militância política, sendo membro do Partido Comunista Brasileiro. Assim, ele e Zélia se conheceram na prática militante, quando os dois trabalhavam pela anistia dos presos políticos, em 1945, no fim do Estado Novo. A partir de então, Zélia passou a secretariar o trabalho do marido, cuidando da preparação e da revisão dos originais de seus livros.
Em 1946, com o fim da ditadura de Getúlio Vargas e a restauração da democracia, Jorge Amado elegeu-se deputado federal e o casal mudou-se para o Rio de Janeiro, então a capital do país e sede do Congresso Nacional. Porém, um ano depois, o Partido Comunista foi declarado ilegal, Amado não só perdeu o mandato, como teve que exilar-se em Paris, juntamente com a família. Permaneceu na França três anos.
Durante esse período, Zélia fez cursos universitários na Sorbonne (civilização francesa, fonética e língua francesa). Entre 1950 e 1952, a família viveu na Tchecoslováquia. Lá, Zélia começou a fotografar, documentando momentos significativos da vida e da carreira do escritor baiano. Durante sua permanência na Europa, o casal teve contato com outras personalidades de destaque no panorama internacional da cultura, como o poeta Pablo Neruda, o filósofo Jean-Paul Sartre e o pintor Pablo Picasso.
Entretanto, Zélia Gattai se tornaria conhecida de um público mais amplo aos 63 anos, com a publicação de "Anarquistas, Graças a Deus", livro de memórias que recebeu o Prêmio Paulista de Revelação Literária de 1979 e foi adaptada para a TV em 1982, numa minissérie dirigida por Walter Avancini.
Em 16 de maio o estado de saúde da escritora, que respirava com a ajuda de aparelhos, se agravou, com "piora hemodinâmica progressiva que evoluiu para o quadro clínico de choque", além de "piora significativa da função renal", segundo o boletim assinado pelos médicos Jadelson Andrade, Jorge Pereira e Izio Kowes, do Hospital da Bahia. Segundo boletim divulgado na manhã do dia seguinte, Zélia, sedada, apresentava quadro clinico de choque circulatório irreversível. Ao final da tarde, foi divulgada sua morte.
NOTA:
Fonte:http://educacao.uol.com.br/biografias/zelia-gattai.htm
Fotos: Internet.
Na Academia de Letras de Ilhéus, Zélia Gattai ocupou a cadeira 13, antes pertencente a Jorge Amado. Atualmente, a cadeira 13 é ocupada pelo acadêmico escritor Pawlo Cidade.
terça-feira, 28 de junho de 2016
LAMENTAMOS COM PESAR O PASSAMENTO DO MESTRE DORIVAL DE FREITAS, QUE SEUS INIGUALÁVEIS DISCURSOS CONTINUEM ECOANDO NO CÉU
Professor Dorival de Freitas, ex-membro da cadeira 11
"Lembro-me de Dorival de Freitas
desde a década de sessenta. Gostava muito de ouvi-lo falar, da emoção que
colocava na voz, quando discursava. Mas me aproximei dele, quando se tornou meu
professor de Cosmologia, na antiga Fespi. Hoje somos amigos e participamos da
mesma confraria, a Academia de Letras de Ilhéus.
Dorival de Freitas nasceu na cidade
de Santa Inês, estado da Bahia, a 8 de dezembro de 1932, filho de Cantídio de
Freitas e Julieta Leal de Freitas. Com o falecimento de seu pai em
fevereiro de 1933, sua mãe e filhos vieram residir em Ilhéus no então,
arrabalde do Pontal. Portanto, podemos afirmar que Dorival é um ilheense
nascido em Santo Inês. O curso primário foi realizado no Grupo Escolar Barão de
Macaúbas, tradicional escola pública do município.
Em 1946, iniciou seus estudos no
Seminário Central da Bahia – Humanidades, no Seminário Menor, e filosofia e
teologia, no seminário Maior, ordenando-se sacerdote em 6 de dezembro de 1959,
na Igreja Matriz de São Jorge.
Nos 7 anos de ministério
sacerdotal, exerceu os cargos de Diretor Espiritual e Reitor do Seminário São
Jorge dos Ilhéus, Secretário da Cúria Diocesana e Capelão do Hospital São José.
É desse tempo que me lembro de sua bela oratória.
Mas, nem sempre, os caminhos dos
homens são os caminhos de Deus; o que não impede que os novos caminhos sejam
santos, também. E o caminho do amor humano tem lá suas razões, que a “própria
razão desconhece”. Dorival, mesmo sendo um sacerdote dedicado a Deus, sempre
foi um homem honesto e coerente com seu coração. Pediu licença do ministério
Sacerdotal em 1966 para casar-se, em 1968, com Marita Maria Ocke de Freitas, e
assim, dar início a uma nova caminhada. Do casamento nasceram três filhos: João
Paulo, Inês Maria e Dorival Filho. A família continua crescendo, agora enriquecida
com a chegada de três netos.
Nosso homenageado estudou
filosofia na Faculdade de Filosofia de Itabuna, concluindo o curso em 1969,
sendo o orador da turma, como não podia deixar de ser. Posteriormente fez o curso de
direito na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI),
concluindo-o em 1978, e foi o orador da turma. Fez concursos para o Magistério
Médio do Estado da Bahia, para Português em 1968, e Psicologia Geral em 1970,
passando em 1o lugar nos dois concursos. Exerceu ainda os cargos de
Diretor do Instituto Municipal de Educação, IME, Vice-diretor do Colégio
Estadual de Ilhéus, diretor do Centro Integrado de Educação Rômulo Galvão,
Gerente de Seleção e Orientação na UESC, chefe de Gabinete da Reitoria na UESC
e diretor de Revisão da Editus, Editora da UESC.
Foi professor na Universidade
Estadual de Santa Cruz – UESC – de História da Filosofia, Antiga e Medieval e
Metafísica e Professor de Direito Constitucional; foi titular de Cosmologia do
Curso de Filosofia e professor de História da Filosofia no Instituto de
Teologia de Ilhéus (ITI) É membro da Academia de Letras de
Ilhéus, ocupando a cadeira n° 11. E eu gosto muito de dizer-lhe
que, quando o ouço falar, o que fala parece música para o meu ouvido".
Texto escrito por Maria Luiza Heine, no blog Ilhéus com Amor, em 08/12/12
Veja o original clicando aqui
sábado, 14 de maio de 2016
MÉDICO E ESCRITOR LEÔNIDAS AZEVEDO É O MAIS NOVO MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
Foi eleito na tarde de ontem com 23 dos 35 votos válidos dos membros da Academia de Letras de Ilhéus, o escritor, autor de diversas obras infantojuvenis (A Viagem, O Rato Saliente, Contos a Contar), professor da Universidade Estadual de Santa Cruz e médico pediatra Dr. Leônidas Azevedo Filho. O novo confrade irá ocupar a cadeira nº 10, cujo fundador foi Camilo de Jesus Lima e patrono Carlos Chiachio, antes ocupada pelo jornalista e escritor Adelindo Kfouri.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
EDITORA NO SUL DA BAHIA PUBLICA TRÊS LIVROS DE MEMBRO DA ALI
Dono de obra literária extensa, entre
volumes de contos, novelas, romance, literatura infantojuvenil e organização de
antologia, membro da Academia de Letras de Ilhéus, o escritor e poeta
brasileiro Cyro de Mattos (foto) acaba de ser publicado pela Via Literarum, editora do
sul da Bahia, sediada no município de Ibicaraí, com os três livros seguintes: Fissuras e Rupturas: Verdades, contos,
capa do artista plástico
Santescaldaferri, Poemas
da Terra de Rio, para o leitor adulto,
imagem da capa de Van Gogh, e O Circo no Quintal, para as crianças, capa e
ilustrações do desenhista Ângelo Roberto.
Autor versátil, dominando várias
linguagens, o escritor Cyro de Mattos com esses três livros lançados pela Via
Literarum consegue atingir a marca de 54
livros publicados, no Brasil e exterior, vários deles com prêmios literários
expressivos no âmbito nacional e internacional.
Em O
Circo no Quintal, o poeta das crianças mostra que, nesse circo, alegria é o que mais existe, como na cena do músico Marreco e suas artes de
tocar reco-reco ou na do Trio Banana com zabumba e sanfona. Já em um trecho do
poema Canto a Nossa Senhora das Matas, do livro Poemas da Terra e do Rio, o poeta indaga: Quando a mata for deserta,/ não mais se colher a flor, / o rio se esconder da chuva/ e de Deus não
cair a lágrima/ será esta a triste música?
O livro Fissuras e Rupturas: Verdades reúne vinte e dois contos modernos de composição condensada para
formar o quadro, o episódio ou o flagrante no espaço reduzido, diferente
do que o contista forjou em oportunidades anteriores com as motivações
de sua gente e sua terra. No conto
Paixão, por exemplo, encontramos o
trecho seguinte:
Chamados pelos vizinhos, os mesmo
policiais prenderam Zé Amaro em flagrante. Já mais calmo, não esboçou qualquer
reação quando recebeu a ordem de prisão e foi algemado. Ele admitiu na delegacia que não tinha sido essa a primeira vez que
encontra a mulher com algum desconhecido em sua residência. “A vida é assim
mesmo, cada um cumpre sua sina, nada se pode fazer.” Completou conformado:
“Cada um no seu canto sofre o seu tanto.” Logo que saísse da cadeia, ia pedir
perdão â mulher e tentar a reconciliação.
sábado, 30 de abril de 2016
PRIMEIRO DIA DO I FESTIVAL LITERÁRIO DE ILHÉUS
As atividades do I Festival Literário de Ilhéus (FLIOS) iniciaram dia 28 de abril de 2016, às 09:00, com a Oficina de Poesia Visual promovida por Rava Midlej na sede desta Academia.
A abertura oficial do I FLIOS ocorreu às 19:00 do dia 28 de abril de 2016, na sede desta Academia, seguida da divulgação do vencedor do I Prêmio Sosígenes Costa de Poesia e da palestra do ilustre Jorge de Souza Araújo sobre Minelvino Trovador: o cordel no Sul da Bahia.
Durante esta cerimônia, o público consultou e adquiriu com desconto os livros do acervo da Editus - Editora da UESC e da Papirus Livraria na Feirinha de Livros, que já havia iniciado desde as 16:00 do mesmo dia. A Feirinha continuará por toda a programação do evento.
As atividades do primeiro dia encerraram na praça Castro Alves, que recebeu o Sarau Literomusical à noite, com discotecagem poética de Qila e Múcio, apresentação combinada de Dr. Imbira & Rita Santana e de Banda Quizila & Heitor Brasileiro.
Cada momento foi registrado pelas lentes mágicas de Ana Lee, que se fez presente em todas as atividades com o seu olhar apurado.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
RESULTADO DO I PRÊMIO SOSÍGENES COSTA DE POESIA
Anunciamos o vencedor do I Prêmio Sosígenes Costa de Poesia durante a cerimônia de abertura do I Festival Literário de Ilhéus – FLIOS, dia 28 de abril de 2016.
O poeta é Weslley Almeida, de Feira de Santana, autor do livro Memórias Fósseis, que será publicado pela Editus – Editora da UESC. Agradecemos o permanente apoio desta editora, tão necessário para a realização do Prêmio e do FLIOS.
quarta-feira, 16 de março de 2016
PREFEITO ASSINA CONVÊNIO COM A ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
Pawlo Cidade (Secretário Geal) Josevandro Nascimento (Presidente da ALI) e o Prefeito Jabes Ribeiro
A data de 14 de março é
tradicional na história da Academia de Letras de Ilhéus, dedicada ao
aniversário de fundação da casa, ao Dia de Castro Alves, ao Dia Nacional da
Poesia e à abertura dos trabalhos acadêmicos. Além dos imortais, a solenidade
contou com as presenças de escritores, jornalistas, ativistas culturais, da
primeira-dama Adryana Ribeiro, o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá), da
ialorixá Ilza Mukalê, o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Nei
Rodrigues, o secretário de Comunicação Social, Valério de Magalhães, o chefe de
Gabinete, Victor Veiga, entre outros.
O convênio, de acordo com o
gestor, “vai auxiliar na manutenção das atividades desta casa das letras e
demonstra a preocupação da atual administração em apoiar as mais diversas
instituições de nossa cidade”. O prefeito enfatizou ainda os compromissos
mantidos pela transformação do Palácio Paranaguá no Museu da Capitania de
Ilhéus e de conclusão da recuperação total do Teatro Municipal.
Zélia – Coube à professora e
acadêmica Eliane Sabóia proferir palestra com o tema “Zélia e Ilhéus, Zélia em
Ilhéus”, que abordou a relação mantida entre a escritora, fotógrafa pessoal e
esposa do escritor grapiúna Jorge Amado, e a cidade que inspirou sua carreira
literária. Saboia lembrou que, assim como Jorge Amado, Gattai foi
membro da Academia de Letras de Ilhéus, cuja posse ocorreu em 15 de fevereiro
de 2002, durante cerimônia ocorrida no Centro de Convenções, tendo ocupado a
mesma cadeira do seu companheiro.
Após a solenidade, os acadêmicos
e demais convidados homenagearam com parabéns o prefeito de Ilhéus, Jabes
Ribeiro, que aniversaria também na data de 14 de março. Ribeiro, por sua vez,
agradeceu a manifestação de todos em nome da primeira dama Adryana Ribeiro e de
Jeanne Ribeiro, sua irmã, que prestigiou o evento.
Por sua vez, o secretário da Academia
de Letras de Ilhéus, Pawlo Cidade, reforçou a importância do convênio de
cooperação financeira, “já que esta casa depende da sensibilidade de seus
integrantes, do poder público e da sociedade, para continuar mantendo suas
atividades, sendo a principal a difusão da leitura, do saber entre os nossos
conterrâneos”.
Texto: Secretaria de Comunicação/PMI
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
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