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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
QUINTA-FEIRA TEM LANÇAMENTO DE LIVRO NA ACADEMIA
CHARINHO LANÇA O LIVRO TÊNIS EM QUADRAS
Após as
fortes chuvas da semana, que forçaram o adiamento do lançamento do livro “Tênis
em “Quadras”, de Luis Rogério Ramos de Menezes, o Charinho, a data foi
remarcada para esta quinta-feira, dia 24, na Academia de Letras de Ilhéus, com
a presença de vários esportistas e amigos escritores da cidade. nesta
quinta-feira, dia 24, na Academia de Letras de Ilhéus, com a presença de vários
esportistas e amigos escritores da cidade.
Sobre o livro, a poeta e jornalista Anna Karenina de Oliveira diz que
“sem soma de dúvidas, a obra “Tênis nas Quadras” revela a poética de um
narrador exortado a exortar outros para o elixir da vida e saúde”. Já o grande
mestre Carlos Alberto Kyrmair, em texto inserido na contracapa da obra, afirma
que Charinho conseguiu uma forma simples de colocar-nos em contato com
sentimentos que, só quem joga, pratica e ama os desafios que o Tênis propõe
sabe o que ele está escrevendo.
Nascido em Ilhéus, graduado em Educação Física pela Universidade Estadual
de Santa Cruz (UESC) e em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da
Bahia (UFBA), Charinho é tenista ilheense de 1ª Classe e ministra aulas há 17
anos. Já jogou com personalidades como o ex-presidente francês, Nicolas
Sarcozy, o tenista argentino tricampeão mundial de Rolland Garros, Guilhermo
Vilas, e tem realizado um trabalho ímpar no ensino do Tênis no Sul da Bahia,
com pesquisas, competições e promoção de eventos.
Professor credenciado como Treinador Nacional da Confederação Brasileira
de Tênis (CBT), Luís Rogério Menezes atua no desenvolvimento de pessoas através
da prática desportiva do tênis, esporte que engloba várias dimensões do humano,
a contemplar o campo físico, social, emocional e a razão, integradas à saúde e
vitalidade humanas.
Com esse currículo, e visando incentivar a prática esportiva do tênis,
Charinho escreveu diversas quadras (poemas de quatro versos rimados entre si)
que saem agora em um livro muito charmoso, com formato especial, pela Editora
Mondrongo.
SERVIÇO
Lançamento do
livro Tênis em Quadras.
Quando: 24 de
novembro, 18:30 horas
Onde: Academia
de Letras de Ilhéus
Entrada:
Franca
Classificação:
14 anos.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
ELEIÇÕES BIÊNIO 2017-2019
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
PATRIAE LITTERAS COLENDO SERVIAM
FUNDADA EM 14 DE MARÇO DE 1959
ILHÉUS – BAHIA
EDITAL DE ELEIÇÃO
O Presidente da Academia de Letras de Ilhéus, no uso de
suas atribuições regimentais e estatutárias, convoca todos os seus membros em
pleno gozo de seus direitos, que deste edital virem ou dele tomarem
conhecimento, a se inscrever para renovação dos órgãos diretivos da entidade, a
realizar-se no período de 30 (trinta) dias, a contar da data de publicação
deste, devendo os interessados procurar a secretaria da Academia de Letras de
Ilhéus, para maiores esclarecimentos e informações a respeito.
O requerimento para registro de chapas deverá ser feito em
02 (duas) vias assinado(a) pelo(a) candidato(a) que encabeçar, dirigido ao
Presidente da ALI e protocolado na Sede da entidade, no endereço abaixo
indicado. Para garantir efetiva publicidade o presente edital é publicado no
Diário Oficial do Município de Ilhéus, considerando a base municipal da
entidade e no jornal Diário de Ilhéus, bem como está disponível na recepção e
no blog da instituição.
Ilhéus – Bahia, 08 de novembro de 2016
Josevandro Ferreira Nascimento
Presidente
Pawlo Cidade
Secretário Geral
Endereço da Sede:
Rua Antonio Lavigne de Lemos, 39, Centro, Ilhéus – Bahia.
ALEILTON FONSECA É O MAIS NOVO MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
QUEM É ALEILTON FONSECA?
Aleilton Santana da Fonseca nasceu
em Itamirim, hoje Firmino Alves, Bahia, em 21.7. 1959. Seu pai, Epaminondas, um
pequeno agricultor; sua mãe, Lourdes, uma professora primária. É casado
há 32 anos com Rosana Ribeiro Patricio, e tem dois filhos: Diogo Ribeiro da
Fonseca (31) e Raul Ribeiro da Fonseca (27). Aleilton Fonseca, desde
os 4 anos de idade viveu a infância e adolescência em Ilhéus, com sua família.
Em 1979 foi estudar em Salvador, onde fixou residência.
Em Ilhéus cresceu,
tomou consciência de si, estudou no Grupo Escolar Dom Eduardo, no Colégio
Estadual do Malhado e na EMARC (Uruçuca-BA). Tornou-se ilheense por adoção,
formação e afeto. Retorna sempre à cidade, para visitar familiares e amigos. A
partir dos 17 anos, ainda em Ilhéus, passou a escrever e a publicar em jornais
e revistas. Sua produção literária abrange romance, conto, poesia, crítica e
ensaio. É graduado em Letras pela Universidade Federal da Bahia (1982), com
mestrado pela Universidade Federal da Paraíba (1992) e doutorado pela
Universidade São Paulo (1997).
Foi professor da Universidade Estadual do
Sudoeste da Bahia, em Vitória da Conquista, de 1984 a 1998. A partir de
1999, passou a lecionar na Universidade Estadual de Feira de Santana, na qual é
professor Pleno (Titular) de Literatura Brasileira na graduação em Letras
e no Curso de pós-graduação Mestrado em Estudos Literários,
desenvolvendo pesquisas sobre as relações entre literatura, imagens
urbanas e ecologia. Foi professor convidado, na Université d’Artois, na França,
em 2003.
Participa de eventos literários e científicos no Brasil e no
exterior, como conferencista, pesquisador e escritor. Proferiu palestras
em diversas universidades brasileiras e em instituições estrangeiras, como
Sorbonne, Nanterre, Rennes, Tour, Toulouse e Nantes (França), na Universidade
de Budapeste (Hungria) e Università del Salento (Lecce/Itália). Foi
coeditor de Iararana - Revista de arte, crítica eliteratura, editada
em Salvador, de 1998 a 2007. Faz parte da Comissão Editorial da Revista da
Academia de Letras da Bahia e de outras revistas literárias e acadêmicas.
Foi correspondente da revista francesa Latitudes: cahiers lusophones. Recebeu
um dos Prêmios Culturais Fundação Cultural da Bahia – 3º lugar (1996), o Prêmio
Luis Cotrim (ALJ, 1997), o Prêmio Herberto Sales (ALB, 2001) e o Prêmio Marcos
Almir Madeira (UBE-RJ, 2005). Em 2013 recebeu o título de Professor de
Honra de Humanidades, pela Universidad del Norte, em Assunção, Paraguai. Em
2014, recebeu o Troféu Carlos Drummond de Andrade (Itabira-MG),
a Medalha Luis Vaz de Camões (Núcleo Académico de Letras e
Artes de Lisboa) e a Comenda do Mérito Cultural, da Secretaria da Cultura,
do Governo do Estado da Bahia. Também recebeu a Medalha Pedro Calmon (ABI
-Bahia, 2002), a Medalha Euclides da Cunha (Academia Brasileira de Letras,
2009) e a Medalha Arlindo Fragoso (Academia de Letras da Bahia, 2010). Publicou
poemas, contos e artigos em diversas revistas, como as francesas Latitudes:
cahiers lusophones (Paris), Autre Sud (Marselhe), Crisol (Nanterre)
e Plural/Pluriel (Nanterre) e L'Ampoule (Bordeaux).
Tem
diversos livros e artigos publicados no Brasil, e em outros países como
Portugal, França, Bélgica, Quebec/Canadá, Estados Unidos e Itália. Em
2009, ao completar 50 anos, foi homenageado pelo Lycée des Arènes (Toulouse,
França), pelo Instituto de Letras da UFBA (Projeto o escritor e seus múltiplos)
e pela ALB (mesa redonda). Coordena o Curso Castro Alves/Colóquio de
Literatura Baiana, da ALB (2005-2015). Tem cerca de 30 livros e diversos
artigos publicados no Brasil, e alguns em outros países como França, Bélgica,
Canadá, Estados Unidos, Itália, Portugal e Paraguai. Seu romance Nhô
Guimarães foi adaptado para o teatro pela Companhia Baiana de Teatro,
Grupo Criaturas Cênicas, em 2009. Em 2013 recebeu o título de Professor de
Honra de Humanidades, pela Universidad del Norte, em Assunção, Paraguai. Em
2014, Recebeu o Troféu Carlos Drummond de Andrade (Itabira-MG), a Medalha Luis
Vaz de Camões (Núcleo Académico de Letras e Artes de Lisboa) e a
Comenda do Mérito Cultural, concedida pela Secretaria da Cultura, do Governo do
Estado da Bahia.
Também recebeu as medalhas Pedro Calmon (Associação
Baiana de Imprensa, 2002), Euclides da Cunha (Academia Brasileira de Letras,
2009) e Arlindo Fragoso (Academia de Letras da Bahia, 2010). É membro da
Academia de Letras da Bahia, da Academia de Letras de Itabuna, da União
Brasileira de Escritores-SP e do PEN Clube do Brasil. Integra a Association
Internationale de la Critique Littéraire, sediada na França, da qual foi
vice-presidente para América do sul, em 2013-2014. Seus livros mais
recentes são: O desterro dos mortos, As maracs da cidade, Memorial
dos corpos sutis, O pêndulo de Euclides (sobre a guerra de Canudos) e O
Arlequim da Pauliceia (sobre a poesia de Mário de Andrade). Recentemente
organizou duas antologias da poesia de Sosígenes Costa e co-organizou cinco
livros de ensaios sobre a obra de Jorge Amado e outros.
O novo acadêmico irá ocupar a cadeira nº 24 que pertenceu ao saudoso confrade Hélio Pólvora. Sua posse está prevista para 9 de dezembro de 2016.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
ABERTA PERÍODO DE VOTAÇÃO PARA ESCOLHA DE NOVO CONFRADE
Modelo da cédula de votação
Prezados confrades, senhoras confreiras,
No período de 05 a 20 de outubro de 2016 estaremos recebendo os votos para eleição do candidato Aleilton Fonseca. O professor e poeta Aleilton Fonseca é candidato à vaga da cadeira nº 24, anteriormente ocupada pelo saudoso confrade Hélio Pólvora;
Os votos estarão à disposição de todos na recepção da Academia de Letras, em sua sede, à Rua Antonio Lavigne de Lemos. Aqueles que não residem em Ilhéus poderão fazê-lo manifestando seu voto a favor ou não, via e-mail.
E-mail da Academia: academiadeletrasdeilheus@gmail.com
Os votos serão depositados em urna específica que se encontra na sede. Caso o candidato não obtenha 50% + 1 dos votos válidos será aberta nova inscrição para a cadeira vaga.
Maiores informações pelo telefone: 73. 3231.1612 ou pelo celular: 73.9.9998.2555
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
COMENDA ABEL PEREIRA SERÁ ENTREGUE AO INSTITUTO NOSSA SENHORA DA PIEDADE PELO SEU CENTENÁRIO
No ano em que completa 100 anos, o Instituto Nossa Senhora da Piedade recebe no próximo dia 16 de setembro a Comenda Abel Pereira. Trata-se da maior honraria desta academia a ser entregue à personalidades, instituições e organizações da sociedade civil que prestaram relevantes serviços à educação e a cultura do nosso Município.
O evento está marcado para às 18h30, na sede da Academia de Letras de Ilhéus.
Quem foi Abel Pereira?
Abel Silva Pereira nasceu na cidade de Ilhéus, na Bahia, em 1908,
filho de Felisberto da Silva Pereira e de Emilia Mundi Negrão Pereira. Sua vida
literária pode ser acompanhada através das inúmeras instituições especializadas
a que pertence, bem como por meio dos vários periódicos com os quais colaborou.
Fundador da Academia de Letras de Ilhéus, Bahia, foi também o seu
primeiro Presidente. Ainda nesse Estado, pertence ao Instituto Histórico. Abel
Pereira é membro de muitas outras instituições culturais, dentre elas a
Associação Brasileira de Imprensa, a Sociedade dos Homens de Letras do Brasil,
A Ordem dos Velhos Jornalistas do Brasil, a União Brasileira dos Escritores, a
Academia Maçónica de Letras, a Academia Guanabarina de Letras, a Academia
Brasileira de Literatura (Rio).
Livros: "Colheita" — em 1957 e — "Poesia até
Ontem" — em 1977 "Mármore Partido", seguindo a mesma linha
haikaistica de "Colheita" e de "Poesia até Ontem.”
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
CYRO DE MATOS IRÁ RECEBER O TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA
O presidente Josevandro Nascimento convida confrades e confreiras para a cerimônia do título de Doutor Honoris Causa que será concedido ao confrade Cyro de Matos, no próximo dia 15 de setembro, quinta-feira, às 19h, no auditório Governador Paulo Souto, na Universidade Estadual de Santa Cruz.
Clique na imagem para ampliar
quinta-feira, 28 de julho de 2016
OFICINA DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL NA ACADEMIA DE LETRAS
Foto: Divulgação
A primeira Oficina de Leitura e Produção Textual promovida pela Academia
de Letras de Ilhéus tem como principal objetivo a criação de textos mistos que
gerem reflexão social no leitor. Dividida em teoria e prática, a Oficina
organiza e desenvolve a competência leitora ao realizar plenamente a
interlocução entre a produção de textos e o contexto que se impõe diverso e transformador.
A realização da oficina faz parte do convênio de manutenção básica das
atividades artísticas e culturais com a Prefeitura Municipal de Ilhéus, através
da Secretaria de Relações Institucionais.
“Vivemos num mundo cada vez mais “visual”. As imagens se apresentam como
mensagens a todo instante e provocam os olhos atentos dos jovens. A fim de
possibilitar interpretações cada vez mais precisas, essa oficina pretende
apresentar para os alunos textos mistos, mesclando textos não-verbais e
verbais, inferindo conceitos e promovendo o debate acerca de assuntos ligados à
atualidade”, assinala a facilitadora e gestora cultural Anarleide Menezes.
O presidente Josevandro Nascimento salientou que “nunca se criou uma programação que pudesse
abrir as portas da Academia para a comunidade, para o estímulo à leitura, para
o fortalecimento da escrita e da poesia. Esta proposta tenta minimizar o hiato
que se manteve presente ao longo dos anos na Academia, criando uma programação
de doze meses que pudesse, não só dinamizar o espaço, mas, aproximá-lo da comunidade
ilheense”.
SERVIÇO:
O quê? Oficina de Leitura e
Produção Textual
Quando? Dia 28/07/2016
Onde? Academia de Letras de
Ilhéus
Inscrições e vagas no local.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
NO DIA DO ESCRITOR A ACADEMIA DE LETRAS ABRE EDITAL PARA MAIS DUAS VAGAS
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
PATRIAE LITTERAS COLENDO SERVIAM
FUNDADA EM 14 DE MARÇO DE 1959
ILHÉUS – BAHIA
EDITAL DE INSCRIÇÃO
Hélio Pólvora,
ex-ocupante da cadeira nº 24
Dom Caetano,
ex-ocupante da cadeira nº 29
O Presidente da Academia de
Letras de Ilhéus, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, de
acordo com os arts. 47 e 48 e ss/parágrafos do Regimento Interno, faz saber a
quantos este Edital virem ou dele conhecimento tiverem, que, com vacância das
cadeiras nº 24, antes ocupada pelo escritor e jornalista Hélio Pólvora, cujo
fundador foi Otávio Moura e patrono João Florêncio Gomes e cadeira nº 29, antes
ocupada pelo Sr. Antônio Lima dos Santos – Dom Caetano - cujo fundador foi o
próprio e patrono Manoel Quirino, ficam abertas as inscrições para
preenchimento dessas vagas, pelo prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de
publicação deste, devendo os interessados procurar a Secretaria da Academia de
Letras de Ilhéus, turno vespertino, na Rua Antônio Lavigne de Lemos, 39,
Centro, nesta cidade, para maiores esclarecimentos e informações a respeito ou
pelo telefone 73.3231.1612.
Ilhéus, Bahia, 25 de
julho de 2015.
Josevandro Nascimento
Presidente
Pawlo Cidade
Secretário Geral
sábado, 9 de julho de 2016
GERALDO LAVIGNE DE LEMOS LANÇARÁ NOVO LIVRO
O confrade Geraldo Lavigne de Lemos lançará o livro Massapê: Solo de poesia no dia 12 de julho de 2016, às 18h30, na sede da Academia de Letras de Ilhéus. A edição é pelo selo Mondrongo e conta com 36 poemas inéditos. O prefácio foi gentilmente escrito por Aleilton Fonseca.
Trata-se do quarto livro do autor, sendo todos de poesia. A presente obra é marcada pelo território de origem do confrade, que é natural de Itabuna e radicado em Ilhéus. Porém, o conteúdo supera as fronteiras da região. Dois dos poemas da obra estão a seguir:
Os demais livros do autor são: À Espera do Verão (2011), amenidades (2014) e alguma sinceridade (2014). Todos são comercializados no site da editora Mondrongo e na Livraria Papirus, em Ilhéus.
Ademais, o autor mantém o instagram @geralavigne e um perfil no Facebook (com o nome completo) onde divulga rotineiramente a obra.
Trata-se do quarto livro do autor, sendo todos de poesia. A presente obra é marcada pelo território de origem do confrade, que é natural de Itabuna e radicado em Ilhéus. Porém, o conteúdo supera as fronteiras da região. Dois dos poemas da obra estão a seguir:
Os demais livros do autor são: À Espera do Verão (2011), amenidades (2014) e alguma sinceridade (2014). Todos são comercializados no site da editora Mondrongo e na Livraria Papirus, em Ilhéus.
Ademais, o autor mantém o instagram @geralavigne e um perfil no Facebook (com o nome completo) onde divulga rotineiramente a obra.
sábado, 2 de julho de 2016
ANARQUISTAS GRAÇAS A ZÉLIA!
SE VIVA ESTIVESSE COMPLETARIA HOJE 100 ANOS!
Descendente de imigrantes italianos, Zélia Gattai nasceu e cresceu cresceu na cidade de São Paulo. Nas três primeiras décadas do século 20, a capital paulista sofria forte influência da imigração européia, especialmente a italiana. Italianos e espanhóis constituíam a maior parte da mão de obra que atuava na cidade, que experimentava seu primeiro surto de industrialização. Além do trabalho, esses imigrantes deram origem a um movimento operário, influenciado por idéias socialistas e anarquistas.
Jorge Amado também desenvolvia militância política, sendo membro do Partido Comunista Brasileiro. Assim, ele e Zélia se conheceram na prática militante, quando os dois trabalhavam pela anistia dos presos políticos, em 1945, no fim do Estado Novo. A partir de então, Zélia passou a secretariar o trabalho do marido, cuidando da preparação e da revisão dos originais de seus livros.
Em 1946, com o fim da ditadura de Getúlio Vargas e a restauração da democracia, Jorge Amado elegeu-se deputado federal e o casal mudou-se para o Rio de Janeiro, então a capital do país e sede do Congresso Nacional. Porém, um ano depois, o Partido Comunista foi declarado ilegal, Amado não só perdeu o mandato, como teve que exilar-se em Paris, juntamente com a família. Permaneceu na França três anos.
Durante esse período, Zélia fez cursos universitários na Sorbonne (civilização francesa, fonética e língua francesa). Entre 1950 e 1952, a família viveu na Tchecoslováquia. Lá, Zélia começou a fotografar, documentando momentos significativos da vida e da carreira do escritor baiano. Durante sua permanência na Europa, o casal teve contato com outras personalidades de destaque no panorama internacional da cultura, como o poeta Pablo Neruda, o filósofo Jean-Paul Sartre e o pintor Pablo Picasso.
Entretanto, Zélia Gattai se tornaria conhecida de um público mais amplo aos 63 anos, com a publicação de "Anarquistas, Graças a Deus", livro de memórias que recebeu o Prêmio Paulista de Revelação Literária de 1979 e foi adaptada para a TV em 1982, numa minissérie dirigida por Walter Avancini.
Em 16 de maio o estado de saúde da escritora, que respirava com a ajuda de aparelhos, se agravou, com "piora hemodinâmica progressiva que evoluiu para o quadro clínico de choque", além de "piora significativa da função renal", segundo o boletim assinado pelos médicos Jadelson Andrade, Jorge Pereira e Izio Kowes, do Hospital da Bahia. Segundo boletim divulgado na manhã do dia seguinte, Zélia, sedada, apresentava quadro clinico de choque circulatório irreversível. Ao final da tarde, foi divulgada sua morte.
NOTA:
Fonte:http://educacao.uol.com.br/biografias/zelia-gattai.htm
Fotos: Internet.
Na Academia de Letras de Ilhéus, Zélia Gattai ocupou a cadeira 13, antes pertencente a Jorge Amado. Atualmente, a cadeira 13 é ocupada pelo acadêmico escritor Pawlo Cidade.
terça-feira, 28 de junho de 2016
LAMENTAMOS COM PESAR O PASSAMENTO DO MESTRE DORIVAL DE FREITAS, QUE SEUS INIGUALÁVEIS DISCURSOS CONTINUEM ECOANDO NO CÉU
Professor Dorival de Freitas, ex-membro da cadeira 11
"Lembro-me de Dorival de Freitas
desde a década de sessenta. Gostava muito de ouvi-lo falar, da emoção que
colocava na voz, quando discursava. Mas me aproximei dele, quando se tornou meu
professor de Cosmologia, na antiga Fespi. Hoje somos amigos e participamos da
mesma confraria, a Academia de Letras de Ilhéus.
Dorival de Freitas nasceu na cidade
de Santa Inês, estado da Bahia, a 8 de dezembro de 1932, filho de Cantídio de
Freitas e Julieta Leal de Freitas. Com o falecimento de seu pai em
fevereiro de 1933, sua mãe e filhos vieram residir em Ilhéus no então,
arrabalde do Pontal. Portanto, podemos afirmar que Dorival é um ilheense
nascido em Santo Inês. O curso primário foi realizado no Grupo Escolar Barão de
Macaúbas, tradicional escola pública do município.
Em 1946, iniciou seus estudos no
Seminário Central da Bahia – Humanidades, no Seminário Menor, e filosofia e
teologia, no seminário Maior, ordenando-se sacerdote em 6 de dezembro de 1959,
na Igreja Matriz de São Jorge.
Nos 7 anos de ministério
sacerdotal, exerceu os cargos de Diretor Espiritual e Reitor do Seminário São
Jorge dos Ilhéus, Secretário da Cúria Diocesana e Capelão do Hospital São José.
É desse tempo que me lembro de sua bela oratória.
Mas, nem sempre, os caminhos dos
homens são os caminhos de Deus; o que não impede que os novos caminhos sejam
santos, também. E o caminho do amor humano tem lá suas razões, que a “própria
razão desconhece”. Dorival, mesmo sendo um sacerdote dedicado a Deus, sempre
foi um homem honesto e coerente com seu coração. Pediu licença do ministério
Sacerdotal em 1966 para casar-se, em 1968, com Marita Maria Ocke de Freitas, e
assim, dar início a uma nova caminhada. Do casamento nasceram três filhos: João
Paulo, Inês Maria e Dorival Filho. A família continua crescendo, agora enriquecida
com a chegada de três netos.
Nosso homenageado estudou
filosofia na Faculdade de Filosofia de Itabuna, concluindo o curso em 1969,
sendo o orador da turma, como não podia deixar de ser. Posteriormente fez o curso de
direito na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI),
concluindo-o em 1978, e foi o orador da turma. Fez concursos para o Magistério
Médio do Estado da Bahia, para Português em 1968, e Psicologia Geral em 1970,
passando em 1o lugar nos dois concursos. Exerceu ainda os cargos de
Diretor do Instituto Municipal de Educação, IME, Vice-diretor do Colégio
Estadual de Ilhéus, diretor do Centro Integrado de Educação Rômulo Galvão,
Gerente de Seleção e Orientação na UESC, chefe de Gabinete da Reitoria na UESC
e diretor de Revisão da Editus, Editora da UESC.
Foi professor na Universidade
Estadual de Santa Cruz – UESC – de História da Filosofia, Antiga e Medieval e
Metafísica e Professor de Direito Constitucional; foi titular de Cosmologia do
Curso de Filosofia e professor de História da Filosofia no Instituto de
Teologia de Ilhéus (ITI) É membro da Academia de Letras de
Ilhéus, ocupando a cadeira n° 11. E eu gosto muito de dizer-lhe
que, quando o ouço falar, o que fala parece música para o meu ouvido".
Texto escrito por Maria Luiza Heine, no blog Ilhéus com Amor, em 08/12/12
Veja o original clicando aqui
sábado, 14 de maio de 2016
MÉDICO E ESCRITOR LEÔNIDAS AZEVEDO É O MAIS NOVO MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS
Foi eleito na tarde de ontem com 23 dos 35 votos válidos dos membros da Academia de Letras de Ilhéus, o escritor, autor de diversas obras infantojuvenis (A Viagem, O Rato Saliente, Contos a Contar), professor da Universidade Estadual de Santa Cruz e médico pediatra Dr. Leônidas Azevedo Filho. O novo confrade irá ocupar a cadeira nº 10, cujo fundador foi Camilo de Jesus Lima e patrono Carlos Chiachio, antes ocupada pelo jornalista e escritor Adelindo Kfouri.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
EDITORA NO SUL DA BAHIA PUBLICA TRÊS LIVROS DE MEMBRO DA ALI
Dono de obra literária extensa, entre
volumes de contos, novelas, romance, literatura infantojuvenil e organização de
antologia, membro da Academia de Letras de Ilhéus, o escritor e poeta
brasileiro Cyro de Mattos (foto) acaba de ser publicado pela Via Literarum, editora do
sul da Bahia, sediada no município de Ibicaraí, com os três livros seguintes: Fissuras e Rupturas: Verdades, contos,
capa do artista plástico
Santescaldaferri, Poemas
da Terra de Rio, para o leitor adulto,
imagem da capa de Van Gogh, e O Circo no Quintal, para as crianças, capa e
ilustrações do desenhista Ângelo Roberto.
Autor versátil, dominando várias
linguagens, o escritor Cyro de Mattos com esses três livros lançados pela Via
Literarum consegue atingir a marca de 54
livros publicados, no Brasil e exterior, vários deles com prêmios literários
expressivos no âmbito nacional e internacional.
Em O
Circo no Quintal, o poeta das crianças mostra que, nesse circo, alegria é o que mais existe, como na cena do músico Marreco e suas artes de
tocar reco-reco ou na do Trio Banana com zabumba e sanfona. Já em um trecho do
poema Canto a Nossa Senhora das Matas, do livro Poemas da Terra e do Rio, o poeta indaga: Quando a mata for deserta,/ não mais se colher a flor, / o rio se esconder da chuva/ e de Deus não
cair a lágrima/ será esta a triste música?
O livro Fissuras e Rupturas: Verdades reúne vinte e dois contos modernos de composição condensada para
formar o quadro, o episódio ou o flagrante no espaço reduzido, diferente
do que o contista forjou em oportunidades anteriores com as motivações
de sua gente e sua terra. No conto
Paixão, por exemplo, encontramos o
trecho seguinte:
Chamados pelos vizinhos, os mesmo
policiais prenderam Zé Amaro em flagrante. Já mais calmo, não esboçou qualquer
reação quando recebeu a ordem de prisão e foi algemado. Ele admitiu na delegacia que não tinha sido essa a primeira vez que
encontra a mulher com algum desconhecido em sua residência. “A vida é assim
mesmo, cada um cumpre sua sina, nada se pode fazer.” Completou conformado:
“Cada um no seu canto sofre o seu tanto.” Logo que saísse da cadeia, ia pedir
perdão â mulher e tentar a reconciliação.
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