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quarta-feira, 19 de junho de 2024
ACADEMIA DE LETRAS LANÇA COMISSÃO HENRIQUE SIMÕES 500 ANOS
domingo, 9 de junho de 2024
PORTARIA Nº 03/2024
Portaria 003/2024 de 08 de junho de 2024.
Dispõe sobre a indicação de membro para a cadeira nº 9.
A Academia de Letras de Ilhéus, representada pelo Sr. João Paulo Couto Santos, eleito para o biênio 2023-2025, no uso de suas atribuições,
RESOLVE:
Art. 1º — Fica aberta até o dia 9 de julho de 2024 a indicação de membro para a cadeira nº 9, cujo efetivo anterior foi o desembarcador Luiz Pedreira Fernandes.
Art. 2º — O(A) candidato(a) à vaga de membro efetivo deverá ser indicado, conforme Estatuto 2024, por três membros efetivos, em ofício próprio, enviado ao presidente, via o e-mail: academiadeletrasdeilheus@gmail.com, com nome completo e breve currículo do(a) indicado(a).
Art. 3º — A subscrição da indicação por mais de 03 (três) membros não dispensa o(a) indicado(a) de submeter-se ao processo eletivo.
Art. 4º — Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação.
João Paulo Couto Santos
Presidente
sexta-feira, 7 de junho de 2024
SESSÃO DA SAUDADE
A Academia de Letras de Ilhéus tem a honra de convidar Vossa Senhoria para a Sessão da Saudade, em homenagem ao confrade Luiz Pedreira Fernandes, dia 7 de junho de 2024, sexta-feira, às 18h30. A saudação será feita pelo confrade Sebastião Maciel Costa.
Luiz Pedreira Fernandes era membro da cadeira nº 9, cujo patrono é Bernardino José de Souza e fundador o escritor Adonias Filho. Empossado como Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) em 1988, viu sua liderança reconhecida ao ser reeleito em 1990. Sua gestão foi caracterizada pelo compromisso com a promoção dos direitos eleitorais e o fortalecimento dos pilares democráticos. No período de 1996 a 1997, assumiu o cargo de Corregedor Geral da Justiça da Bahia, desempenhando um papel crucial na melhoria do sistema judiciário estadual.
segunda-feira, 3 de junho de 2024
PORTARIA 002/2024
Dispõe sobre a prorrogação de indicações de membros para a cadeira nº 38.
A Academia de Letras de Ilhéus, representada pelo Sr. João Paulo Couto Santos, eleito para o biênio 2023-2025, no uso de suas atribuições, e em atenção a solicitação dos confrades e confreiras desta confraria,
RESOLVE:
Art. 1º — Fica prorrogada até o dia 28 de junho de 2024 a indicação de membros para a cadeira nº 38, cujo efetivo anterior foi o professor Carlos Eduardo Lima Passos.
Art. 2º — O(A) candidato(a) à vaga de membro efetivo deverá ser indicado, conforme Estatuto 2024, por três membros efetivos, em ofício próprio, enviado ao presidente, via o e-mail: academiadeletrasdeilheus@gmail.com, com nome completo e breve currículo do(a) indicado(a).
Art. 3º — A subscrição da indicação por mais de 03 (três) membros não dispensa o(a) indicado(a) de submeter-se ao processo eletivo.
Art. 4º — Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação.
João Paulo Couto Santos
Presidente
NOTA DE PESAR
quinta-feira, 16 de maio de 2024
PORTARIA 001/2024
terça-feira, 14 de maio de 2024
ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS SEDIA EXPOSIÇÃO DE GILDASIO RODRIGUEZ
quinta-feira, 2 de maio de 2024
NOTA DE REPÚDIO
quarta-feira, 10 de abril de 2024
PARTE ANDRE LUIZ ROSA RIBEIRO, MEMBRO DA CADEIRA 34, UM DOS MAIORES HISTORIADORES DA BAHIA
ARTIGO
Da Prosa e Poesia no Sul da Bahia
domingo, 3 de março de 2024
ABERTURA DOS TRABALHOS, DIA 14 DE MARÇO
Antônio Frederico de Castro Alves (Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira, 14 de março de 1847 — Salvador, 6 de julho de 1871) foi um poeta brasileiro. Escreveu clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador, que o alçaram à posição de maior entre seus contemporâneos, bem como versos de poemas como "Os Escravos" e "A Cachoeira de Paulo Afonso", além da peça Gonzaga, que lhe valeram epítetos como "poeta dos escravos" e "poeta republicano" por Machado de Assis, ou descrições de ser "poeta nacional, se não mais, nacionalista, poeta social, humano e humanitário", no dizer de Joaquim Nabuco, de ser "o maior poeta brasileiro, lírico e épico", no dizer de Afrânio Peixoto, ou ainda de ser o "apóstolo andante do condoreirismo" e "um talento vulcânico, o mais arrebatado de todos os poetas brasileiros", no dizer de José Marques da Cruz. Integrou o movimento romântico, fazendo parte no país daquilo que os estudiosos chamam de "terceira geração romântica".
Começou sua produção maior aos dezesseis anos de idade, e seus versos de "Os Escravos" foram iniciados aos dezessete (1865), com ampla divulgação no país, onde eram publicados nos jornais e declamados, ajudando a formar a geração que viria a conquistar a abolição. Ao lado de Luís Gama, Nabuco, Ruy Barbosa e José do Patrocínio, destacou-se na campanha abolicionista, "em especial, a figura do grande poeta baiano Castro Alves".
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sábado, 27 de janeiro de 2024
POESIA
Peripécia de Jorge Amado
Cyro de Mattos
Eu te louvo pelos oprimidos
nos subterrâneos da liberdade,
teu pulso erguido com amor
fale da seiva de servos,
calo sem orvalho na trama
do ouro vegetal com rifle na curva.
Teu verde galope sem sono,
na seara vermelha tua face
carregando sede e fome,
o olho do sol crepitando
céu de fogo na aurora,
fósforo aceso no crepúsculo.
Teu riso leonino fendido
com os capitães da areia,
esse trauma de ladeiras
e ruas do mundo sem teto
manchado na hora da ciranda.
Numa tenda dos milagres
toda a Bahia mestiça cabendo,
no sumiço de uma santa
a arte incrível de um feiticeiro.
Eu te louvo no peito lírico,
a garra de Teresa Batista,
fome de Dona Flor, agreste Tieta,
rosa de Gabriela, cravo de Nacib.
Quem te fez pastor da noite,
Vasco Moscoso, flor do povo,
Pedro Bala, amado guerreiro,
boêmio, malandro, meretriz, violeiro,
guardador de chaves africanas,
verdade absoluta em Pedro Arcanjo,
duas mortes de Quincas Berro Dágua,
gargalhada da Bahia ao infinito?
Ó meu capitão de longo curso,
para te louvar com aplausos,
risos grandes e muitos vivas,
tua cidade de mares e santos
amanhece repetida de foguetes,
de estrelas e atabaques anoitece,
nos terreiros orixás estão descendo.










